sexta-feira, abril 20, 2007

Miscelânea

Aprendi a sonhar antes de adormecer.
Parou meu coração, com cheiro de cravo e canela.
Segue o rumo do teu próprio coração.
E o amor se fez. Quem me dera ter você mais uma vez.
Pois quando o amor se vai, a gente não se esquece mais.
Ao sul do meu coração quero tempo bom, só você me traz.
Larga tudo e vem comigo. Vamos encarar o perigo.
Hei tchê! vem cá, pois se tu não vier, vou aí te buscar.
O coração garante, não vais encontrar, a certeza no olhar por te amar assim.
Qualquer caminho, me traz aqui.
É aqui a minha terra, é aqui a minha vida, é aqui o meu lugar.
Como é bonito um cantor apaixonado.
Canta Catarina, canta...


Miscelânea de letras de canções gauchescas (não necessariamente nesta ordem):
Reencontro, Canto Alegretense, A Primeira Vez, Pra Quem Veio Vanerá, Canta Catarina, Castelhana, Meu Retorno, Moça Fandangueira, Hei Tchê Vem Cá, Tô Voltando pra Ficar.


nada se cria, tudo se transforma e ganha novos significados!

terça-feira, abril 17, 2007

ABC, esse é pra você.

A.B.C.

Suas atitudes só fazem-me acreditar que você realmente gosta de mim. Mas de uma maneira um tanto quanto "mimada". A cada resposta negativa como você reage?? Do mesmo jeito. Estás te tornando previsível. Você conhece tanto da minha alma, quanto eu conheço da tua.
Não sou a dona da verdade, e nem quero ser. Mas já estou me acostumando a ter scraps deletados, ser bloqueada do msn... ah, claro, e a ver no teu álbum fotos com declarações amorosas a outras.
Sinto ciúmes? Sim. E cada vez que você reage desta maneira, me faz pensar mais e mais, se um dia te direi novamente um SIM.
Mas eu gosto de ti. Do meu modo de gostar. Não existem palavras para descrever o quanto a tua companhia me faz bem. O quanto eu desejo que você realize seus sonhos. E, também, o quanto tua distância me maltrata.
E neste momento teus sentimentos mistam ódio e amor. Assim como os meus.
Enquanto eu quero conversa, você quer me tirar da tua vida. Como a folha de rascunho do caderno. Mas tu sabes que eu estou em ti e tu estás em mim. É carma. É alma. É algo que não sei explicar.
Você tem todas as minhas verdades. Meus medos, anseios e, sabe de cór, a cor dos meus desejos.
Eu não sei mentir pra você. E sei que minha sinceridade, as vezes, te magoa.
Te peço perdão. Mas perco a medida. Não quero te enganar, te iludir. Quero te amar. Mas não consigo ser mais que tua amiga.

terça-feira, abril 10, 2007

without you

O dia amanhecera sem muita vontade, nublado.
Talvez, fosse mesmo para ficar na cama, mas levantou-se. Lavou o rosto e viu, no espelho, as profundas olheiras. Pensou em voltar para a cama. Olhou as cobertas, alí.. convidando-a para um cochilo matinal.
Sentou na beirada da cama. Acariciou o travesseiro que ainda guardara o calor do seu corpo. Sentiu-se só. Deitou encolhida.
Tudo que precisava naquela manhã abandonada, era um abraço protetor, um sorriso reconfortante, um ombro macio e um olhar que lhe desvendasse os segredos da alma. Mas não havia nada disso. Somente, a cama, o travesseiro, as cobertas e as nuvens do céu para lhe fazer companhia.
Do abraço sentiu rejeição,
do sorriso vieram as lágrimas,
do ombro macio, indiferença,
e do olhar, uma saudade infinita.

Que outras almas aqueles olhos estariam desvendando?
Que outras histórias estaria vivenciando?
Estava longe.
E restara apenas, a lembrança.
E uma pergunta, por enquanto ainda sem resposta
"I can't live with or without you?"
 
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