nesse eu e você, confuso.
Para olhar para a lua,
e chorar no cantinho, escondido.
Para sentir culpa.
Daquilo que talvez eu nem tenha culpa.
Todos pedem uma chance para ouvir um sim.
Eu te dei o meu sim. O meu abraço. O meu carinho. O meu beijo.
E você?
Sente o meu poder de destruição?
Entende, agora, por que eu insistia com o ‘não’?
Eu nunca quis te fazer mal.
Eu nunca quis te fazer sofrer.
Mas você se jogou aos meus pés, idolatrando o que não conhecia.
Sim,
eu te disse não. Para evitar tudo isso.
E agora, o que resta?
Cacos de vidro pelo chão.
e chorar no cantinho, escondido.
Para sentir culpa.
Daquilo que talvez eu nem tenha culpa.
Todos pedem uma chance para ouvir um sim.
Eu te dei o meu sim. O meu abraço. O meu carinho. O meu beijo.
E você?
Sente o meu poder de destruição?
Entende, agora, por que eu insistia com o ‘não’?
Eu nunca quis te fazer mal.
Eu nunca quis te fazer sofrer.
Mas você se jogou aos meus pés, idolatrando o que não conhecia.
Sim,
eu te disse não. Para evitar tudo isso.
E agora, o que resta?
Cacos de vidro pelo chão.
08/06/2012
