Todas as contas que caíram dos meus olhos nos tempo passados
Condensavam angústias
Que logo eram destruídas pelas tuas palavras
Críticas, duras e necessárias.
Meus olhos em chamas.
Tuas palavras em pedras de gelo,
sempre me chamando à razão.
Calcule, menina, calcule teus erros na ponta do lápis.
Apague essa história errada e desenhe uma linha reta.
Subtrair uma paixão
De um coração, novamente, dividido em pedaços
E tomar o cuidado para não multiplicar espaços ilusórios
É mais complexo do que apenas abrir lugar para somar “mais um”, “mais um”, “mais um”…
E eu nunca cogitei te ter como apenas um número.
Tua potência sempre foi de uma grandeza maior.
24 out. 2012