Escondido nos cantos dos objetos
Esquecidos no turbilhão do cotidiano.
Imperceptível, mas… sempre ali, presente.
A espera de um sopro de vento
Que o faça voar até a retina mais próxima
Para ganhar vida numa lágrima salgada.
28 nov. 2012
qualquer semelhança com o real é mera coincidência.
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