Cada pessoa é um trem. Não há como negar.
A máquina, a fatia de nossa personalidade que mostramos aos outros. Talvez a nossa superficialidade.
Os vagões, o conjunto do nosso "eu". Nossas "n" identidades, identificações, gostos, histórias, vitórias, derrotas. Enfim, o conjunto de nossas experiências pessoais (incluindo as influências do meio em que vivemos).
E a vida??
A vida é a vigem, pelo trilho.
Trilho, esse, desconhecido, incerto. Cheio de altos, baixos... túneis e belas paisagens. Assim, como uma metamorfose ambulante, nosso caminho se faz ao caminhar.
E o destino?
Encontrar uma estação - a do autoconhecimento.
("As pessoas são trens": concordo com você, amigo Cordeiro)
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