Pronto.
Eu me rendo.
Ao teu sorriso de canto,
ao teu canto de malandro,
a tua malandragem de menino.
Eu me rendo,
aos teus olhos castanhos,
escondidos sob o reflexo das lentes.
Eu me rendo,
a esta história sem começo.
Sem meio nem fim.
Eu me rendo a aquilo que não posso controlar.
Não te escolhi.
Foi teu olhar que me pescou numa tarde fria.
E me fez pensar que talvez ouvesse algum sentido
Nesse desejo devaneio, imaginação.
Rendida estou, garoto dos óculos.
segunda-feira, junho 08, 2009
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Um comentário:
Meu Deus, surreal!
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