Era uma vez um coração cheio. Transbordava.
Não havia nem espaço para os suspiros, mas ele insistia: pode entrar, sempre cabe mais um amor impossível.
No início, tudo era um mar de rosas vermelhas e perfumadas. No fim, as rosas estavam murchas, desbotadas e com cheiro de um ontem triste.
Era uma vez um coração vazio. De tão vazio chegava a fazer eco. Não havia sentimentos nem pulsar. Impulsos? Só do oco a ecoar.
I'm sad.
My heart is empty.
And my head is full...
sábado, outubro 17, 2009
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