Tantos abraços perdidos no tempo.
Tantos beijos esquecidos no armário.
E o que resta, além de um sentimento sem nome?
Não se pode sequer chamar de “perda”, pois não se perde o que não se teve.
E o que você tem? Quem você já teve? São apenas perguntas de respostas vazias. O que importa, realmente, é QUEM VOCÊ DEIXOU TER VOCÊ? E a segunda questão, QUEM TEVE VOCÊ? com seus defeitos, seus medos, seus traumas, seu riso, seu choro, sua inocência, sua (in)consciência?
Pode chorar, garota.
Pode chorar, garota.
Mas preste atenção onde está diluindo o seu coração.
Agora, seque essas lágrimas de autocompaixão, garota.
A música está tocando e você quer dançar.
04/08/2012

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