Hoje, por um momento raro e divino
para além das probabilidades probabilísticas
abracei a felicidade.
Um abraço rápido, mas marcante.
Encontrei a felicidade, assim, no caminho para casa.
Sob a sombra das árvores.
Sorriu ao me ver... estava um pouco diferente da última vez que nossos caminhos haviam se cruzado.
Mas o que importa as diferenças? O que importa é que era ela.
Ah, felicidade.
Quem sabe um dia, deixamos de ser como o sol e a lua que só se encontram na passagem rápida do eclipse?
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Um comentário:
Hj ouvi celebração do inutil desejo e lembrei de ti.
Um beijo!
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