O maior segredo a ser desvendado pela humanidade não é o de onde viemos e para onde vamos. Big-bang, Adão e Eva, sopro Divino... nada disso.
O maior segredo está em decifrar o que somos, ou melhor, quem somos. E isto vai além do "eu sou a Fulaninha das Tantas", do "eu faço tal coisa" ou "eu conheço o Beltraninho". Nós, todos nós, somos muito mais complexos que estes dizeres tão corriqueiros... tão comuns na nossa dita vida social.
Sem dúvida, somos resultado do que fazemos. Da história que carregamos, nossos antepassados sanguíneos e culturais. E, também, dos relacionamentos que cultivamos. Mas somos mais que isso.
Somos uma profusão de sentimentos, razões, emoções e instintos. Possuímos opinião sobre quase tudo... e em meia hora, essa mesma opinião pode ter tomado rumos diferentes, sem que isto signifique leviandade. Choramos sem saber o motivo, gargalhamos de coisas sem graça e ferimos, sem querer, quem mais a gente ama.
Acredito que somos, em grande parte, construídos por aquilo que nos dedicamos. Por aquilo que nós gostamos, pelo que nos apaixonamos. Também somos construídos por todo aprendizado que nossas paixões carregam, pelas feridas abertas e pelas cicatrizes.
Somos, em essência, um jogo de erro e acerto.
segunda-feira, março 24, 2008
sexta-feira, março 14, 2008
Às vezes
Às vezes, quando fecho os olhos
ouço a nossa música tocar
sinto teu perfume no ar
lembro do teu olhar
Às vezes, quando fecho os olhos
desejo o calor do teu abraço
quero o carinho dos teus beijos
almejo fazer o tempo voltar
Mas o tempo não volta.
O tempo não pára.
Apenas segue adiante.
Às vezes, fecho os olhos para sonhar.
Um sonho repetido.
Um sonho não acontecido.
Um sonho interrompido.
Mas, apenas às vezes.
ouço a nossa música tocar
sinto teu perfume no ar
lembro do teu olhar
Às vezes, quando fecho os olhos
desejo o calor do teu abraço
quero o carinho dos teus beijos
almejo fazer o tempo voltar
Mas o tempo não volta.
O tempo não pára.
Apenas segue adiante.
Às vezes, fecho os olhos para sonhar.
Um sonho repetido.
Um sonho não acontecido.
Um sonho interrompido.
Mas, apenas às vezes.
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Uma receitinha infalível!
Uma receitinha infalível é uma receitinha que não pode ser esquecida jamais!
Mas, as vezes, infelizmente a gente esquece. E a tempestade no copo de água torna-se inevitável.
Aí estão os ingredientes...
O modo de preparo... bem, este depende da interpretação de cada um.
- Uma xícara de Voltaire:
"As paixões são como ventanias que enfurnam as velas dos navios, fazendo-os navegar; outras vezes podem fazê-los naufragar, mas se não fossem elas, não haveriam viagens nem aventuras, nem novas descobertas".
- Uma boa dose de Chico Xavier:
"Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas todos podem começar agora e fazer um novo fim."
- E para finalizar, tempero a gosto do freguês. Sugiro uma pitada de Hich, do filme O Conselheiro Amoroso:
"Porque viver não significa quantas vezes você respirou, mas quantas perdeu o fôlego."
Mas, as vezes, infelizmente a gente esquece. E a tempestade no copo de água torna-se inevitável.
Aí estão os ingredientes...
O modo de preparo... bem, este depende da interpretação de cada um.
- Uma xícara de Voltaire:
"As paixões são como ventanias que enfurnam as velas dos navios, fazendo-os navegar; outras vezes podem fazê-los naufragar, mas se não fossem elas, não haveriam viagens nem aventuras, nem novas descobertas".
- Uma boa dose de Chico Xavier:
"Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas todos podem começar agora e fazer um novo fim."
- E para finalizar, tempero a gosto do freguês. Sugiro uma pitada de Hich, do filme O Conselheiro Amoroso:
"Porque viver não significa quantas vezes você respirou, mas quantas perdeu o fôlego."
terça-feira, fevereiro 19, 2008
A Mocinha e o Pirata
A Mocinha resolveu passear pela orla marítima para ver os navios que estavam perto da costa.
Em um dos navios, vivia escondido um Pirata.
O Pirata não tinha perna-de-pau, nem tapa olho... muito menos um gancho. Mas ele tinha uma luneta.
Ao longe, avistou a Mocinha com seu vestido azul, sozinha, sentada numa pedra. Com a sensação de ter encontrado um tesouro, atirou-se no mar gelado.
"Homem ao mar!"
"Homem ao mar!"
Gritaram os demais marujos.
A Mocinha nada viu.
Apenas sentiu a mão fria e molhada do Pirata tocar seu ombro e um beijo quente tocar sua boca.
O Pirata sorriu, estendeu a mão e com um olhar vitorioso sussurou no ouvido da Mocinha: "Sou um pirata, ladrão dos mares. Roubo navios e vou roubar seu coração".
A Mocinha enfrentou aquele olhar sedutor e vagarosamente respondeu: "Bem vindo a terra firme, sr. dos mares".
Em um dos navios, vivia escondido um Pirata.
O Pirata não tinha perna-de-pau, nem tapa olho... muito menos um gancho. Mas ele tinha uma luneta.
Ao longe, avistou a Mocinha com seu vestido azul, sozinha, sentada numa pedra. Com a sensação de ter encontrado um tesouro, atirou-se no mar gelado.
"Homem ao mar!"
"Homem ao mar!"
Gritaram os demais marujos.
A Mocinha nada viu.
Apenas sentiu a mão fria e molhada do Pirata tocar seu ombro e um beijo quente tocar sua boca.
O Pirata sorriu, estendeu a mão e com um olhar vitorioso sussurou no ouvido da Mocinha: "Sou um pirata, ladrão dos mares. Roubo navios e vou roubar seu coração".
A Mocinha enfrentou aquele olhar sedutor e vagarosamente respondeu: "Bem vindo a terra firme, sr. dos mares".
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Tsc, tsc, tsc
Toda mulher tem o cafajeste que merece.
Algumas não merecem cafajestes e têm santinhos.
Outras não têm ninguém.
Mas como diria David Coimbra... mulher gosta de homem com cara de cafajeste... com o sonho de um dia, colocar o moço na linha e torná-lo descente. Desses pra casar.
A figura do cafajete acima é bem semelhante ao descrito abaixo, no trecho da música "Livre pra voar" do Exaltasamba. Eu não sou mto de samba, pagode ou funk... mas esse aí.. chamou a atenção. Será que foi o cafajeste da letra??? tsc, tsc, tsc...
"Peço, por favor
Não se apaixone
Pois não sou aquele homem
Que um dia o seu pai sonhou
Eu só tenho cara de santinho
Sempre faço com jeitinho
Coitada de quem acreditou...
Eu prometo te dar carinho
Mas gosto de ser sozinho
Livre pra voar
Quem sabe outro dia
A gente possa
Se encontrar de novo
Prometo te dar carinho
Mas gosto de ser sozinho
Livre pra voar
Quem sabe um outro dia
A gente possa se encontrar..."
(para meu eterno "cafajeste". Mas no fundo ele era santinho.. quietinho, mudinho)
Algumas não merecem cafajestes e têm santinhos.
Outras não têm ninguém.
Mas como diria David Coimbra... mulher gosta de homem com cara de cafajeste... com o sonho de um dia, colocar o moço na linha e torná-lo descente. Desses pra casar.
A figura do cafajete acima é bem semelhante ao descrito abaixo, no trecho da música "Livre pra voar" do Exaltasamba. Eu não sou mto de samba, pagode ou funk... mas esse aí.. chamou a atenção. Será que foi o cafajeste da letra??? tsc, tsc, tsc...
"Peço, por favor
Não se apaixone
Pois não sou aquele homem
Que um dia o seu pai sonhou
Eu só tenho cara de santinho
Sempre faço com jeitinho
Coitada de quem acreditou...
Eu prometo te dar carinho
Mas gosto de ser sozinho
Livre pra voar
Quem sabe outro dia
A gente possa
Se encontrar de novo
Prometo te dar carinho
Mas gosto de ser sozinho
Livre pra voar
Quem sabe um outro dia
A gente possa se encontrar..."
(para meu eterno "cafajeste". Mas no fundo ele era santinho.. quietinho, mudinho)
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
mistérios
Há mais mistérios entre o céu e a terra do que supõe nossa filosofia...
Mistério ainda maior é essa vontade absurda de ver alguém que há muito partiu destas terras, sem dizer adeus. Um desejo louco de encontrar uma pista, uma agulha em um palheiro do outro lado do oceano. E me pergunto qual motivo? Não sei.
Talvez a vontade de reviver uma história sem pé nem cabeça, com um começo inusitado, mas sem um meio e sem um fim delimitado.
Talvez o desejo de manter viva a esperança de rever aqueles pequenos olhos brilhantes. Talvez o desejo de sentir o coração batendo, envolvido naquele perfume importado.
Ah, suspiros não trazem príncipes vikings de volta.
Um príncipe "real freakin' naughty" como ele mesmo se define..
O coração é bobo.
O meu principalmente.
Cria castelos em nuvens.
E não vê que os príncipes viraram sapos.
(for Dk)
Mistério ainda maior é essa vontade absurda de ver alguém que há muito partiu destas terras, sem dizer adeus. Um desejo louco de encontrar uma pista, uma agulha em um palheiro do outro lado do oceano. E me pergunto qual motivo? Não sei.
Talvez a vontade de reviver uma história sem pé nem cabeça, com um começo inusitado, mas sem um meio e sem um fim delimitado.
Talvez o desejo de manter viva a esperança de rever aqueles pequenos olhos brilhantes. Talvez o desejo de sentir o coração batendo, envolvido naquele perfume importado.
Ah, suspiros não trazem príncipes vikings de volta.
Um príncipe "real freakin' naughty" como ele mesmo se define..
O coração é bobo.
O meu principalmente.
Cria castelos em nuvens.
E não vê que os príncipes viraram sapos.
(for Dk)
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Vida em ondas
Um passo do paraíso.
Um clic do mouse.
Meia dúzia de palavras pensadas.
Meia dúzia de coisas ditas.
Silêncio.
Da dúvida.
Do medo.
Do desejo.
Vai e vem.
Vem e vai.
A vida como ondas do mar.
Um clic do mouse.
Meia dúzia de palavras pensadas.
Meia dúzia de coisas ditas.
Silêncio.
Da dúvida.
Do medo.
Do desejo.
Vai e vem.
Vem e vai.
A vida como ondas do mar.
segunda-feira, janeiro 14, 2008
jogo
nesta profusão de idéias,
confusão de sentimentos,
odores, sabores, cores
jogo de luzes e sombras na parede
jogo de imagens no espelho
jogo de incertezas
o certo é incerto
e o desejo é uma certeza, uma dúvida
arde sem se ver
fere sem se sentir
apenas quer.
não sabe por que
não sabe o quê
jogo de incertezas.
confusão de sentimentos,
odores, sabores, cores
jogo de luzes e sombras na parede
jogo de imagens no espelho
jogo de incertezas
o certo é incerto
e o desejo é uma certeza, uma dúvida
arde sem se ver
fere sem se sentir
apenas quer.
não sabe por que
não sabe o quê
jogo de incertezas.
quarta-feira, dezembro 26, 2007
Retrospectiva 2007
O ano está acabando. E está chegando a hora da boa e velha retrospectiva. Os fatos que marcaram o meu mundinho neste 2007. Vejamos.
2007 começou em janeiro. Oh, grande revelação! Ao menos foi um janeiro com bons motivos a serem relembrados. Retomar uma amizade profundamente abalada é o principal deles.
Fevereiro... ah, fevereiro. O calor do segundo mês do ano aqueceu de vez a amizade retomada em janeiro e a coloriu em tons quentes.
Março. Fim da graduação. Dúvidas. Tempestades. Início da era "pós". Desmaio. O corpo sofre. Definitivamente um mês estranho. Para deixar mais estranho ainda, vi D1. e pressenti algo estranho. Não era pra ser.
Abril. Um mês de cara inchada (literalmente). Dores. Anti-inflamatórios. Suspeitas. Coração na mão.
Maio. Aqui o coração desabou. A cabeça rodou. O brilho do olho apagou.
Junho. Tristeza. Dúvidas... Dia 22: tentativa de achar uma agulha no palheiro ou um novo-velho amor desesperadamente?
Julho. Novos projetos.
Agosto. Novos horizontes.
Setembro. Estudo. D2. reaparece graças aos dispositivos digitais. Bem simpático. Me manda uma foto. :)
Outubro. Estudo. D1. dá sinais de vida.
Novembro. Estudo. Largei o mundo. Resolvi ser um pouco egoísta e pensar em mim. E pensar foi o que mais fiz nestes 3 meses. Minha vida se resumiu em projetos, livros, artigos e planos para o futuro. Vida totalmente = dedicação aos estudos. Nem sentia mais vontade de sair. Será que isso é um sintoma grave? Loucura próxima?
Dezembro. Hora de colher o que a gente planta. E posso dizer que a colheita foi boa. D1 está mais próximo, mais amigo... conversamos como nunca havíamos conversado antes. Penso que o tempo sem o olho no olho (desde março) ajudou a espantar a paixonite aguda crônica e abriu espaço para uma amizade verdadeira. Dia 11 = relaxar é preciso, chorar ajuda a pôr pingos nos "is". Dia 18 = a melhor colheita = mestre! Dia 22 = ver e abraçar os amigos do coração = não tem preço. Dia 25 = é Natal! Dia 31 = ainda está por vir....
2007 começou em janeiro. Oh, grande revelação! Ao menos foi um janeiro com bons motivos a serem relembrados. Retomar uma amizade profundamente abalada é o principal deles.
Fevereiro... ah, fevereiro. O calor do segundo mês do ano aqueceu de vez a amizade retomada em janeiro e a coloriu em tons quentes.
Março. Fim da graduação. Dúvidas. Tempestades. Início da era "pós". Desmaio. O corpo sofre. Definitivamente um mês estranho. Para deixar mais estranho ainda, vi D1. e pressenti algo estranho. Não era pra ser.
Abril. Um mês de cara inchada (literalmente). Dores. Anti-inflamatórios. Suspeitas. Coração na mão.
Maio. Aqui o coração desabou. A cabeça rodou. O brilho do olho apagou.
Junho. Tristeza. Dúvidas... Dia 22: tentativa de achar uma agulha no palheiro ou um novo-velho amor desesperadamente?
Julho. Novos projetos.
Agosto. Novos horizontes.
Setembro. Estudo. D2. reaparece graças aos dispositivos digitais. Bem simpático. Me manda uma foto. :)
Outubro. Estudo. D1. dá sinais de vida.
Novembro. Estudo. Largei o mundo. Resolvi ser um pouco egoísta e pensar em mim. E pensar foi o que mais fiz nestes 3 meses. Minha vida se resumiu em projetos, livros, artigos e planos para o futuro. Vida totalmente = dedicação aos estudos. Nem sentia mais vontade de sair. Será que isso é um sintoma grave? Loucura próxima?
Dezembro. Hora de colher o que a gente planta. E posso dizer que a colheita foi boa. D1 está mais próximo, mais amigo... conversamos como nunca havíamos conversado antes. Penso que o tempo sem o olho no olho (desde março) ajudou a espantar a paixonite aguda crônica e abriu espaço para uma amizade verdadeira. Dia 11 = relaxar é preciso, chorar ajuda a pôr pingos nos "is". Dia 18 = a melhor colheita = mestre! Dia 22 = ver e abraçar os amigos do coração = não tem preço. Dia 25 = é Natal! Dia 31 = ainda está por vir....
sábado, dezembro 15, 2007
Lágrimas em chuva
As vezes é bom chorar sem aparente razão.
As vezes é bom chorar por sentir o peito apertar.
As vezes é bom chorar sem esconder as lágrimas.
As vezes é bom chorar...
Desafoga o coração.
Alivia a memória.
Lava a alma.
Escorre para fora do corpo todo medo, todo drama, toda dúvida.
Escorre para fora do corpo a vergonha de ser como é, de ser o que é.
Escorre para fora do corpo o mal... seja ele real ou fictício.
E resta o eu, simples, puro e verdadeiro.
E resta a inocência, a humildade.
E resta o bem, só o bem.
(11/12/07)
As vezes é bom chorar por sentir o peito apertar.
As vezes é bom chorar sem esconder as lágrimas.
As vezes é bom chorar...
Desafoga o coração.
Alivia a memória.
Lava a alma.
Escorre para fora do corpo todo medo, todo drama, toda dúvida.
Escorre para fora do corpo a vergonha de ser como é, de ser o que é.
Escorre para fora do corpo o mal... seja ele real ou fictício.
E resta o eu, simples, puro e verdadeiro.
E resta a inocência, a humildade.
E resta o bem, só o bem.
(11/12/07)
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Os amores de Anna, Lanna e Hanna
Anna, Hanna, Lanna. Três nomes parecidos. Três garotas. Três jovens. Três colegas. Três amigas. Três confidentes. Três companheiras. Três estilos diferentes. Três personalidades distintas, principalmente no quesito "par romântico ideal".
Anna, fazia o estilo "mulher romântica". Sonhava com um príncipe encantado e não tinha a menor vergonha ou resseio em afirmar isso. O problema é que o "príncipe" dela necessariamente deveria cumprir uma série de pré-requisitos, a começar pela primorosa educação (leia-se: legítimo um cavalheiro vindo de um filme épico), pela simpatia e os atributos físicos: ser alto, forte, com um belo sorriso, cabelos loiros esvoaçantes e olhos azuis (ou verdes)... ah, sim, ela dispensa o cavalo branco. Para Anna a estética era tudo.
Lanna, por sua vez, também tinha estereótipos preferidos. Avessa à Anna, gostava de morenos. Não importava a cor dos olhos, mas os cabelos deveriam ser negros, curtos. O rosto com linhas fortes, o corpo com bom porte, os ombros largos (leia-se: homens alguns anos mais vividos que ela). Um sorriso enigmático, bom humor e uma dose de "Dom Juan" completavam o príncipe encantado de Lanna. Derretia-se toda por um "você é linda"... e era severamente criticada por Anna. Mas fazer o quê? Para Lanna, o fascínio despertado pelos conquistadores (baratos) era tudo.
Já Hanna... ah, Hanna. Suas amigas não compreendiam sua falta de "definição de par ideal". Seu gosto e suas paixões eram tão diversas que Lanna e Anna não entendiam como era capaz alguém ter amores completamente opostos! Ora loiros, ora morenos, passando pelos castanhos. Ora tímidos, ora extrovertidos. Altos ou baixos. Artistas ou cientistas. Para Hanna, importava o brilho no fundo dos olhos. Se o olhar do suposto príncipe brilhava... as pernas de Hanna ficavam bambas e estava feito o encanto. Para Hanna, muita subjetividade e um "eu interior" era tudo.
Suas amigas jamais haviam visto "o eu interior", não sabiam como era apaixonar-se por uma alma. Sabiam o que era gostar de um corpo, de um rosto, um estilo... mas não sabiam (e nem entendiam) o que significava gostar da essência de alguém. Não conseguiam separar imagem e coração.
Mas Lanna e Anna não se contentaram enquanto não traçaram todas possibilidades de perfis, para definir o complexo gosto de Hanna. Primeiro acreditaram que Hanna tinha uma habilidade para se envolver apenas com pessoas com dotes musicais. Saber tocar algum instrumento musical parecia ser um ponto em comum entre todos amores de Hanna. A tese tinha tudo para se confirmar, mas Hanna conheceu um rapaz que não sabia tocar absolutamente nada. Nem gaita de boca, nem violão, nem pandeiro.
Desesperadas, Lanna e Anna voltaram a analisar as características comuns entre as paixões passadas e recentes de Hanna. Depois de muito pensar decidiram: Hanna não tem um perfil de príncipe encantado ideal. Mas que ela gosta de um sotaquesinho puxado no "R", ah isso ela gosta!! E não há como negar!
Anna, fazia o estilo "mulher romântica". Sonhava com um príncipe encantado e não tinha a menor vergonha ou resseio em afirmar isso. O problema é que o "príncipe" dela necessariamente deveria cumprir uma série de pré-requisitos, a começar pela primorosa educação (leia-se: legítimo um cavalheiro vindo de um filme épico), pela simpatia e os atributos físicos: ser alto, forte, com um belo sorriso, cabelos loiros esvoaçantes e olhos azuis (ou verdes)... ah, sim, ela dispensa o cavalo branco. Para Anna a estética era tudo.
Lanna, por sua vez, também tinha estereótipos preferidos. Avessa à Anna, gostava de morenos. Não importava a cor dos olhos, mas os cabelos deveriam ser negros, curtos. O rosto com linhas fortes, o corpo com bom porte, os ombros largos (leia-se: homens alguns anos mais vividos que ela). Um sorriso enigmático, bom humor e uma dose de "Dom Juan" completavam o príncipe encantado de Lanna. Derretia-se toda por um "você é linda"... e era severamente criticada por Anna. Mas fazer o quê? Para Lanna, o fascínio despertado pelos conquistadores (baratos) era tudo.
Já Hanna... ah, Hanna. Suas amigas não compreendiam sua falta de "definição de par ideal". Seu gosto e suas paixões eram tão diversas que Lanna e Anna não entendiam como era capaz alguém ter amores completamente opostos! Ora loiros, ora morenos, passando pelos castanhos. Ora tímidos, ora extrovertidos. Altos ou baixos. Artistas ou cientistas. Para Hanna, importava o brilho no fundo dos olhos. Se o olhar do suposto príncipe brilhava... as pernas de Hanna ficavam bambas e estava feito o encanto. Para Hanna, muita subjetividade e um "eu interior" era tudo.
Suas amigas jamais haviam visto "o eu interior", não sabiam como era apaixonar-se por uma alma. Sabiam o que era gostar de um corpo, de um rosto, um estilo... mas não sabiam (e nem entendiam) o que significava gostar da essência de alguém. Não conseguiam separar imagem e coração.
Mas Lanna e Anna não se contentaram enquanto não traçaram todas possibilidades de perfis, para definir o complexo gosto de Hanna. Primeiro acreditaram que Hanna tinha uma habilidade para se envolver apenas com pessoas com dotes musicais. Saber tocar algum instrumento musical parecia ser um ponto em comum entre todos amores de Hanna. A tese tinha tudo para se confirmar, mas Hanna conheceu um rapaz que não sabia tocar absolutamente nada. Nem gaita de boca, nem violão, nem pandeiro.
Desesperadas, Lanna e Anna voltaram a analisar as características comuns entre as paixões passadas e recentes de Hanna. Depois de muito pensar decidiram: Hanna não tem um perfil de príncipe encantado ideal. Mas que ela gosta de um sotaquesinho puxado no "R", ah isso ela gosta!! E não há como negar!
sexta-feira, novembro 23, 2007
Metamorfose Cidadão
Eu volto pra lembrar
Pra lembrar quem eu sou
Que a gente cresceu, na beira do mar
Pra salvar o que ainda restou
E agora o Pinhal não tem mais a gente lá
Do nosso tempo, eu sei
Na beira do mar...
E assim vou vivendo
(miscelânia de trechos das músicas Pinhal e Do nosso tempo - Cidadão Quem)
Pra lembrar quem eu sou
Que a gente cresceu, na beira do mar
Pra salvar o que ainda restou
E agora o Pinhal não tem mais a gente lá
Do nosso tempo, eu sei
Na beira do mar...
E assim vou vivendo
(miscelânia de trechos das músicas Pinhal e Do nosso tempo - Cidadão Quem)
quinta-feira, novembro 08, 2007
Today
Hoje eu quero o sol, o céu e o mar.
Hoje eu quero a brisa, as nuvens de algodão e a garoa fina.
Hoje eu quero um abraço, um beijo no rosto e um sorriso.
Hoje eu quero a alma lavada.
Hoje eu quero um doce.
Hoje eu quero um sorvete de flocos de chocolate.
Hoje eu quero um desejo.
Hoje eu quero um sonho.
Hoje eu quero um futuro.
Quero saudades, embebidas em boas lembranças
Quero amigos, perto ou distantes, dentro do peito
Quero um por do sol colorido e o canto das aves.
Hoje eu quero.
Hoje eu posso.
Hoje é o meu dia.
Hoje eu quero a brisa, as nuvens de algodão e a garoa fina.
Hoje eu quero um abraço, um beijo no rosto e um sorriso.
Hoje eu quero a alma lavada.
Hoje eu quero um doce.
Hoje eu quero um sorvete de flocos de chocolate.
Hoje eu quero um desejo.
Hoje eu quero um sonho.
Hoje eu quero um futuro.
Quero saudades, embebidas em boas lembranças
Quero amigos, perto ou distantes, dentro do peito
Quero um por do sol colorido e o canto das aves.
Hoje eu quero.
Hoje eu posso.
Hoje é o meu dia.
segunda-feira, novembro 05, 2007
metamorfose
Hoje, senti uma vontade diferente.
Um desejo semi-ardente,
De experimentar uma nova sensação,
Uma nova emoção...
Não, não.
Mas hoje o coração saltou no peito.
Ele ainda está vivo.
Em plena metamorfose, entre o antes e o depois
Meu coração sozinho, me perguntou - "e eu?"
E lhe respondi - "espere. O tempo ainda não chegou"
E o tempo não falou nada.
Apenas ouviu. Em silêncio.
Mas a brisa trouxe um perfurme...
E o coração novamente saltou dentro do peito.
Me interrogou - "sim? não?"
E lhe respondi - "espere!"
Eu não sei, sonho ou ilusão?
Novo amor, medo, solidão?
E o silêncio se fez.
Um desejo semi-ardente,
De experimentar uma nova sensação,
Uma nova emoção...
Não, não.
Mas hoje o coração saltou no peito.
Ele ainda está vivo.
Em plena metamorfose, entre o antes e o depois
Meu coração sozinho, me perguntou - "e eu?"
E lhe respondi - "espere. O tempo ainda não chegou"
E o tempo não falou nada.
Apenas ouviu. Em silêncio.
Mas a brisa trouxe um perfurme...
E o coração novamente saltou dentro do peito.
Me interrogou - "sim? não?"
E lhe respondi - "espere!"
Eu não sei, sonho ou ilusão?
Novo amor, medo, solidão?
E o silêncio se fez.
sábado, outubro 27, 2007
Coisas que eu sei
Esta noite de sábado merece uma canção! Que fala de coisas ao coração... coisas que eu sei...
tá é a música da novela das 21h, eu sei. Mas e daí?? Ouvi, gostei e combina comigo, oras! Tem cada verso.... "O medo mora perto das idéias loucas"... que me remete a tanta coisa...
Embora "Meu mundo tá fechado pra visitação", e eu esteja totalmente voltada a mim mesma, (bem egoísta rs)... a letra desta música me fez viajar no tempo, no espaço dos meus sonhos tolos... me fez pensar na felicidade eterna. Será que ela existe? Ou isso só existe para as princesas e as donzelas? Já faz um bom tempo que deixei de acreditar em príncipes encantados, mas que eles existem... ah, existem!!
COISAS QUE EU SEI (Danni Carlos)
Eu quero ficar perto de tudo o que eu acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião
A minha experiência, meu pacto com a ciência
Meu conhecimento é minha distração
Coisas que eu sei
Eu adivinho sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio-relógio mostra o tempo errado... aperte o ‘Play’
Eu gosto do meu quarto, do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista, não aceito turistas
Meu mundo tá fechado pra visitação
Coisas que eu sei
O medo mora perto das idéias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa... é a minha lei
Eu corto os meus dobrados
Acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais... depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas
Eu imagino casas
Depois eu já nem lembro do que eu desenhei
Coisas que eu sei
Não guardo mais agendas no meu celular
Coisas que eu sei
Eu compro aparelhos que eu não sei usar... eu já comprei
As vezes dá preguiça
Na areia movediça
Quanto mais eu mexo mais afundo em mim
Eu moro num cenário
Do lado imaginário
Eu entro e saio sempre quando tô a fim
Coisas que eu sei
As noites ficam claras no raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes eu somente não sabia... Agora eu sei
tá é a música da novela das 21h, eu sei. Mas e daí?? Ouvi, gostei e combina comigo, oras! Tem cada verso.... "O medo mora perto das idéias loucas"... que me remete a tanta coisa...
Embora "Meu mundo tá fechado pra visitação", e eu esteja totalmente voltada a mim mesma, (bem egoísta rs)... a letra desta música me fez viajar no tempo, no espaço dos meus sonhos tolos... me fez pensar na felicidade eterna. Será que ela existe? Ou isso só existe para as princesas e as donzelas? Já faz um bom tempo que deixei de acreditar em príncipes encantados, mas que eles existem... ah, existem!!
COISAS QUE EU SEI (Danni Carlos)
Eu quero ficar perto de tudo o que eu acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião
A minha experiência, meu pacto com a ciência
Meu conhecimento é minha distração
Coisas que eu sei
Eu adivinho sem ninguém ter me contado
Coisas que eu sei
O meu rádio-relógio mostra o tempo errado... aperte o ‘Play’
Eu gosto do meu quarto, do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista, não aceito turistas
Meu mundo tá fechado pra visitação
Coisas que eu sei
O medo mora perto das idéias loucas
Coisas que eu sei
Se eu for eu vou assim não vou trocar de roupa... é a minha lei
Eu corto os meus dobrados
Acerto os meus pecados
Ninguém pergunta mais... depois que eu já paguei
Eu vejo o filme em pausas
Eu imagino casas
Depois eu já nem lembro do que eu desenhei
Coisas que eu sei
Não guardo mais agendas no meu celular
Coisas que eu sei
Eu compro aparelhos que eu não sei usar... eu já comprei
As vezes dá preguiça
Na areia movediça
Quanto mais eu mexo mais afundo em mim
Eu moro num cenário
Do lado imaginário
Eu entro e saio sempre quando tô a fim
Coisas que eu sei
As noites ficam claras no raiar do dia
Coisas que eu sei
São coisas que antes eu somente não sabia... Agora eu sei
sábado, outubro 20, 2007
diferente
"Quero uma casa no campo..." já dizia a letra de uma música... e eu? o que eu quero? Eu quero o TUDO e o NADA, pois o que para mim pode ser tudo, para alguns pode ser nada. E é assim a vida. Nem sempre quem está ao seu lado partilha dos mesmos ideais que você. Tem uns que gostam de melão, outros de mamão. E isso não é um defeito. É apenas uma diferença. Afinal, como diz outra música "as pessoas não precisam ser iguais as outras. Acredite ou não, mas você é o único assim.."
E todo esse blá blá blá pra dizer o quê?? Pra dizer: respeite as diferenças.
E todo esse blá blá blá pra dizer o quê?? Pra dizer: respeite as diferenças.
sábado, outubro 13, 2007
No fundo do...
No fundo do poço, uma poça de água refletia a lua nova.
No fundo do osso, uma célula da medula refletia a herança genética.
No fundo do copo, uma dose de bebida refletia o rosto.
No fundo do olho, uma gota de lágrima refletia o momento.
No fundo do coração, uma porção de esperança refletia o desejo.
No fundo do osso, uma célula da medula refletia a herança genética.
No fundo do copo, uma dose de bebida refletia o rosto.
No fundo do olho, uma gota de lágrima refletia o momento.
No fundo do coração, uma porção de esperança refletia o desejo.
quarta-feira, setembro 26, 2007
Faz-fez.
Faz tempo...
Tempo faz...
Quanto tempo faz?
Quanto tempo fez?
Faz, fez, fará?
Tanto faz.
Tanto fez.
sábado, setembro 15, 2007
Amores de novela
Toda novela que se preze tem alguns tipinhos básicos de relação amorosa. Sempre. Em toda novela eles se repetem. Claro, mudam os atores, mudam as tramas, mas a essência sempre permanece.
Assim, temos a mocinha. Oh, coitada! Sofre meses e meses pelo amor do mocinho. Chora litros e litros. Geralmente é vítima das armações dos "vilões", ou em alguns casos, o que impede esse amor perfeito se concretizar é o próprio destino dos personagens. Como se toda vez que ela entrasse por uma porta, ele, o mocinho, saísse pela outra. Porém, eles sempre têm um final feliz: bem juntinhos.
Também temos a passional. Enquanto a mocinha só pensa no mocinho, a passional tem várias paixões alucinantes (e as vezes concomitantes) no decorrer da trama. Ela é tipicamente emocional e irracional, também sofre, mas logo encontra outro príncipe encantado da vez. Como o próprio nome diz, ela é movida a paixões. As vezes apronta umas, mas tudo em nome do amor. Geralmente, no fim da história ela se casa e vive feliz para sempre (com alguém que a deixe sem fôlego) ou termina sozinha.
E por fim, temos a vilã. Costuma ser o maior problema da mocinha e, as vezes, também incomoda a alegria da passional. Ela pinta e borda, faz de tudo para ter o mocinho (ou para atrapalhar o lance dele com a mocinha). A vilã não tem um pingo de vergonha na cara ou de ressentimento, ela tem prazer em fazer a mocinha sofrer. Embora, na maioria dos enredos, ela pareça não amar verdadeiramente ninguém, em alguns casos, ela tem um "amor bandido" com outro vilão. No final da novela, quase sempre ela morre ou tem um castigo bem merecido. A solidão costuma ser bastante comum para ela.
Essa trilogia mocinha-passional-vilã pode ser bem definida em alguns personagens e aparece como um mix em outros. De tal modo, a passional pode ter momentos de mocinha ou vilã. A vilã pode ser passional, e até mesmo meio mocinha, quando encontra o vilão "da sua vida".
O que quero dizer com isso? Que não existe uma única forma de amar. Um romance pode ter diferentes estilos... e também pode percorrer diferentes dimensões. Atire a primeira pedra quem nunca, ao menos pensou, em fazer algo típico da psicologia da vilã, frente a uma crise de ciúmes? Quem nunca derramou litros de lágrimas por alguém? Ou ainda, quem nunca sentiu um desejo ardente por alguém??
Então, quem nunca viveu um romance de novela?
Assim, temos a mocinha. Oh, coitada! Sofre meses e meses pelo amor do mocinho. Chora litros e litros. Geralmente é vítima das armações dos "vilões", ou em alguns casos, o que impede esse amor perfeito se concretizar é o próprio destino dos personagens. Como se toda vez que ela entrasse por uma porta, ele, o mocinho, saísse pela outra. Porém, eles sempre têm um final feliz: bem juntinhos.
Também temos a passional. Enquanto a mocinha só pensa no mocinho, a passional tem várias paixões alucinantes (e as vezes concomitantes) no decorrer da trama. Ela é tipicamente emocional e irracional, também sofre, mas logo encontra outro príncipe encantado da vez. Como o próprio nome diz, ela é movida a paixões. As vezes apronta umas, mas tudo em nome do amor. Geralmente, no fim da história ela se casa e vive feliz para sempre (com alguém que a deixe sem fôlego) ou termina sozinha.
E por fim, temos a vilã. Costuma ser o maior problema da mocinha e, as vezes, também incomoda a alegria da passional. Ela pinta e borda, faz de tudo para ter o mocinho (ou para atrapalhar o lance dele com a mocinha). A vilã não tem um pingo de vergonha na cara ou de ressentimento, ela tem prazer em fazer a mocinha sofrer. Embora, na maioria dos enredos, ela pareça não amar verdadeiramente ninguém, em alguns casos, ela tem um "amor bandido" com outro vilão. No final da novela, quase sempre ela morre ou tem um castigo bem merecido. A solidão costuma ser bastante comum para ela.
Essa trilogia mocinha-passional-vilã pode ser bem definida em alguns personagens e aparece como um mix em outros. De tal modo, a passional pode ter momentos de mocinha ou vilã. A vilã pode ser passional, e até mesmo meio mocinha, quando encontra o vilão "da sua vida".
O que quero dizer com isso? Que não existe uma única forma de amar. Um romance pode ter diferentes estilos... e também pode percorrer diferentes dimensões. Atire a primeira pedra quem nunca, ao menos pensou, em fazer algo típico da psicologia da vilã, frente a uma crise de ciúmes? Quem nunca derramou litros de lágrimas por alguém? Ou ainda, quem nunca sentiu um desejo ardente por alguém??
Então, quem nunca viveu um romance de novela?
quarta-feira, setembro 12, 2007
?
eu não sei se te amo ou se apenas te gosto.
eu não sei se te quero ou se são meus braços que sentem saudade do teu abraço.
eu não sei se o teu descaso me machuca ou se foi a falta de carinho que me desmotivou.
eu não sei se te ligo ou deixo o silêncio falar por mim.
eu não sei se tuas desculpas são esfarrapadas ou se deixei de acreditar em ti.
eu não sei...
só sei que nada sei.
só sei que quanto mais eu penso num final feliz, mais a história toma outro rumo.
só sei que quanto mais te procuro, menos te encontro.
só sei que quando eu posso e eu quero, tu não podes e nem quer.
só sei que eu tento ou, ao menos, tentei.
mas um dia as pernas cansam de percorrer esta distância,
os olhos cansam de procurar a outra alma,
e as lágrimas não correm pelo medo, mas pela derrota anunciada. As piadas perdem a graça, a conversa perde o tom.
eu perco uma chance, você perde um amor.
cada um para seu lado.
vai ver, vai ser melhor assim.
vai ver, não era pra ser.
eu não sei se te quero ou se são meus braços que sentem saudade do teu abraço.
eu não sei se o teu descaso me machuca ou se foi a falta de carinho que me desmotivou.
eu não sei se te ligo ou deixo o silêncio falar por mim.
eu não sei se tuas desculpas são esfarrapadas ou se deixei de acreditar em ti.
eu não sei...
só sei que nada sei.
só sei que quanto mais eu penso num final feliz, mais a história toma outro rumo.
só sei que quanto mais te procuro, menos te encontro.
só sei que quando eu posso e eu quero, tu não podes e nem quer.
só sei que eu tento ou, ao menos, tentei.
mas um dia as pernas cansam de percorrer esta distância,
os olhos cansam de procurar a outra alma,
e as lágrimas não correm pelo medo, mas pela derrota anunciada. As piadas perdem a graça, a conversa perde o tom.
eu perco uma chance, você perde um amor.
cada um para seu lado.
vai ver, vai ser melhor assim.
vai ver, não era pra ser.
segunda-feira, agosto 27, 2007
E...
o beijo
o cheiro
o papo
no rosto
do perfume
bom
tocou
sentiu
ficou
a alma
no ar
na mente
[é, efeitos do garoto estranho...]
o cheiro
o papo
no rosto
do perfume
bom
tocou
sentiu
ficou
a alma
no ar
na mente
[é, efeitos do garoto estranho...]
quinta-feira, agosto 09, 2007
pressa
No travesseiro ainda há indícios de uma cabeça. As cobertas ainda guardam o calor do corpo, que outrora alí estivera. As roupas jogadas pelo chão. A toalha molhada na cadeira.
É a dona pressa!
É a dona pressa!
O que a lua viu?
As mãos tremeram.
A respiração ofegou.
A pele arrepiou.
A respiração ofegou.
A pele arrepiou.
O coração bateu.
O olho chorou.
O céu fechou.
O mistério se fez.
O momento se fez.
O segredo a lua guardou.
sábado, julho 28, 2007
Saudades
O que é saudade?
Segundo o dicionário é "Recordação nostálgica e suave de pessoas ou coisas distantes, ou de coisas passadas. Nostalgia".
Porém, saudade pode ser o tudo e o nada. Pode estar situada entre a dor e a alegria, mas onde? Num canto do coração ou da memória? Talvez dos dois.
Saudade, já dizia o dito popular, "é lembrar para reviver o que não se quer esquecer". Mas quem sabe, também não seja um "lembrar o que não se pode esquecer"? Talvez seja a lembrança de uma situação/pessoa/momento que mudou os rumos da nossa vida. Para o bem ou para o mal.
Assim, saudade pode admitir vários sentimentos... todos num só signo. Logo, saudade é chorar num dia de sol e céu azul.
Saudade é sorrir na chuva.
É ter medo do escuro. É sentir o calor das cobertas.
Saudade é a lágrima que escorre, sem explicação.
É o riso que ilumina a alma. É a luz do luar, a luz do olhar.
Saudade é sentir o coração batendo acelerado.
É tremer. É sentir um arrepio.
Saudade é dançar sozinha aquela música.
É abraçar o travesseiro. É cantar no chuveiro.
Saudade é o olhar vago.
É olhar o pôr-do-sol em silêncio. É sentir o vento no rosto.
Saudade é desejar um prato de comida.
É salivar olhando um programa de culinária.
Saudade é fechar os olhos.
É sonhar acordada.
SAUDADE É um gosto, um cheiro, uma cor, um som, um sonho, um desejo...
SAUDADE É uma alegria que traz consigo uma dor...
SAUDADE É um dia de sol, uma noite com estrelas.. é a lua cheia.
SAUDADE É um beijo longo, um abraço apertado... é um sentido pra vida.
SAUDADE É uma música, uma história, um conto... uma vitória.
SAUDADE É uma lágrima, um sorriso, um olhar...
SAUDADE É... saudade.
Segundo o dicionário é "Recordação nostálgica e suave de pessoas ou coisas distantes, ou de coisas passadas. Nostalgia".
Porém, saudade pode ser o tudo e o nada. Pode estar situada entre a dor e a alegria, mas onde? Num canto do coração ou da memória? Talvez dos dois.
Saudade, já dizia o dito popular, "é lembrar para reviver o que não se quer esquecer". Mas quem sabe, também não seja um "lembrar o que não se pode esquecer"? Talvez seja a lembrança de uma situação/pessoa/momento que mudou os rumos da nossa vida. Para o bem ou para o mal.
Assim, saudade pode admitir vários sentimentos... todos num só signo. Logo, saudade é chorar num dia de sol e céu azul.
Saudade é sorrir na chuva.
É ter medo do escuro. É sentir o calor das cobertas.
Saudade é a lágrima que escorre, sem explicação.
É o riso que ilumina a alma. É a luz do luar, a luz do olhar.
Saudade é sentir o coração batendo acelerado.
É tremer. É sentir um arrepio.
Saudade é dançar sozinha aquela música.
É abraçar o travesseiro. É cantar no chuveiro.
Saudade é o olhar vago.
É olhar o pôr-do-sol em silêncio. É sentir o vento no rosto.
Saudade é desejar um prato de comida.
É salivar olhando um programa de culinária.
Saudade é fechar os olhos.
É sonhar acordada.
SAUDADE É um gosto, um cheiro, uma cor, um som, um sonho, um desejo...
SAUDADE É uma alegria que traz consigo uma dor...
SAUDADE É um dia de sol, uma noite com estrelas.. é a lua cheia.
SAUDADE É um beijo longo, um abraço apertado... é um sentido pra vida.
SAUDADE É uma música, uma história, um conto... uma vitória.
SAUDADE É uma lágrima, um sorriso, um olhar...
SAUDADE É... saudade.
quarta-feira, junho 27, 2007
Opostos
As leis da física já comprovaram: os opostos se atraem. O positivo e o negativo exercem tal atração um sobre o outro, que uma vez unidos, separá-los requer certa maestria. Deve ser por isso que costumam dizer a mesma coisa sobre certos casais... que vivem entre tapas e beijos. Brigam, discutem e quando tudo parecia perdido, lá estão os dois juntinhos. Como dois bombinhos apaixonados.
Ele é fanático por futebol. Melhor: é fanático pelo time que torce. Não perde uma única oportunidade para maldizer o time adversário. Ou então, para vangloriar o clube do coração (até o perna-de-pau, aos olhos dele, é um craque injustiçado). Sem falar as inúmeras camisetas, chaveiros e demais adereços que coleciona e idolatra. Se duvidar tem até pijama com o brasão do clube.
Ela faz o gênero tragi-drama-comédia. Ri quando não deve. Faz uma tragédia, alá Titanic, num copo de água e um drama, digno de um Oscar, quando é magoada. Seria uma excelente atriz, se não fosse tão sentimental. Ela tenta disfarçar, quer parecer forte e intocável, mas, no fundo, tem um coração de manteiga derretida. Ela se envolve. É intensa demais. Talvez, isso explique a dramaticidade com que seus sentimentos são exteriorizados.
Ele é esquentadinho. Se irrita fácil e sai descontando a raiva no que ver pela frente. Socos em mesa, porta batendo... tudo isso é normal para ele. Sem esquecer dos palavrões proferidos e gestos obscenos (atos extremamente compreensíveis e perdoáveis se ele estiver assistindo uma derrota do seu time de futebol, afinal, o juíz sempre é ladrão).
Ela é ciumenta. Possessiva. Chorona (na alegria e na tristeza). Também, é adepta da "verdade doa a quem doer"... odeia sentir-se enganada, logo detesta mentiras deslavadas. É fiel. Ama incondicionalmente. E, até é ingênua. Precisa dizer algo mais? Ah, sim, ela é adoravelmente doce, principalmente quando sente que pisou na bola. Gosta de ouvir músicas que toquem a sua alma, mesmo que não entenda nada que o cantor esteja falando. É uma sonhadora, romântica disfarçada.
Ela quer que ele seja um príncipe encantado, mas, as vezes, preferiria ter um Dom Juan.
Ele acha que ela tem vários casos. Que é dissimulada.
Ela acha graça quando ele quer ser convincente.
Ele ri das perguntas tolas que ela faz, em momentos inconvenientes.
Ela acha que ele é o rei da cocada preta, sente mais ciúmes e é capaz de sufocá-lo numa crise de possessividade.
Ele acha que os dramas dela são apenas encenações.
Ela não entende a agressividade dele, ainda mais se tratando de futebol.
Ele acha que ela é "uma raposa na pele de uma ovelha".
Ela responde às provocações dele.
Ele não leva desaforo para casa.
E eles brigam. Discutem.
Juram que nunca mais vão se falar.
Juram que nunca mais vão ficar.
A saudade aperta.
E ela, sempre ela, tenta fazer as passes. Pede perdão, diz que errou...
Ele faz jogo duro.
Ela chora. Sofre.
Ele resolve fazer a "caridade" de perdoar.
Pronto, lá estão os dois.
Conversando, rindo... de volta ao mundo real.
Beijos, abraços.. até a próxima intriga.
Trilha sonora perfeita, em homenagem a este casal:
ENTRE TAPAS E BEIJOS
Pergutaram pra mim
Se ainda gosto dela
Respondi tenho ódio
E morro de amor por ela
Hoje estamos juntinhos
Amanhã nem te vejo
Separando e voltando
A gente segue andando
Entre tapas e beijos
Eu sou dela ela é minha
E sempre queremos mais
Se me manda ir embora
Eu saio lá fora
Ela chama pra trás
Entre tapas e beijos
É ódio, é desejo
É sonho, é ternura
Um casal que se ama
Até mesmo na cama
Provoca loucuras
E assim vou vivendo
Sofrendo e querendo
Esse amor doentio
Mas se falto pra ela
Meu mundo sem ela
Também é vazio
Ele é fanático por futebol. Melhor: é fanático pelo time que torce. Não perde uma única oportunidade para maldizer o time adversário. Ou então, para vangloriar o clube do coração (até o perna-de-pau, aos olhos dele, é um craque injustiçado). Sem falar as inúmeras camisetas, chaveiros e demais adereços que coleciona e idolatra. Se duvidar tem até pijama com o brasão do clube.
Ela faz o gênero tragi-drama-comédia. Ri quando não deve. Faz uma tragédia, alá Titanic, num copo de água e um drama, digno de um Oscar, quando é magoada. Seria uma excelente atriz, se não fosse tão sentimental. Ela tenta disfarçar, quer parecer forte e intocável, mas, no fundo, tem um coração de manteiga derretida. Ela se envolve. É intensa demais. Talvez, isso explique a dramaticidade com que seus sentimentos são exteriorizados.
Ele é esquentadinho. Se irrita fácil e sai descontando a raiva no que ver pela frente. Socos em mesa, porta batendo... tudo isso é normal para ele. Sem esquecer dos palavrões proferidos e gestos obscenos (atos extremamente compreensíveis e perdoáveis se ele estiver assistindo uma derrota do seu time de futebol, afinal, o juíz sempre é ladrão).
Ela é ciumenta. Possessiva. Chorona (na alegria e na tristeza). Também, é adepta da "verdade doa a quem doer"... odeia sentir-se enganada, logo detesta mentiras deslavadas. É fiel. Ama incondicionalmente. E, até é ingênua. Precisa dizer algo mais? Ah, sim, ela é adoravelmente doce, principalmente quando sente que pisou na bola. Gosta de ouvir músicas que toquem a sua alma, mesmo que não entenda nada que o cantor esteja falando. É uma sonhadora, romântica disfarçada.
Ela quer que ele seja um príncipe encantado, mas, as vezes, preferiria ter um Dom Juan.
Ele acha que ela tem vários casos. Que é dissimulada.
Ela acha graça quando ele quer ser convincente.
Ele ri das perguntas tolas que ela faz, em momentos inconvenientes.
Ela acha que ele é o rei da cocada preta, sente mais ciúmes e é capaz de sufocá-lo numa crise de possessividade.
Ele acha que os dramas dela são apenas encenações.
Ela não entende a agressividade dele, ainda mais se tratando de futebol.
Ele acha que ela é "uma raposa na pele de uma ovelha".
Ela responde às provocações dele.
Ele não leva desaforo para casa.
E eles brigam. Discutem.
Juram que nunca mais vão se falar.
Juram que nunca mais vão ficar.
A saudade aperta.
E ela, sempre ela, tenta fazer as passes. Pede perdão, diz que errou...
Ele faz jogo duro.
Ela chora. Sofre.
Ele resolve fazer a "caridade" de perdoar.
Pronto, lá estão os dois.
Conversando, rindo... de volta ao mundo real.
Beijos, abraços.. até a próxima intriga.
Trilha sonora perfeita, em homenagem a este casal:
ENTRE TAPAS E BEIJOS
Pergutaram pra mim
Se ainda gosto dela
Respondi tenho ódio
E morro de amor por ela
Hoje estamos juntinhos
Amanhã nem te vejo
Separando e voltando
A gente segue andando
Entre tapas e beijos
Eu sou dela ela é minha
E sempre queremos mais
Se me manda ir embora
Eu saio lá fora
Ela chama pra trás
Entre tapas e beijos
É ódio, é desejo
É sonho, é ternura
Um casal que se ama
Até mesmo na cama
Provoca loucuras
E assim vou vivendo
Sofrendo e querendo
Esse amor doentio
Mas se falto pra ela
Meu mundo sem ela
Também é vazio
segunda-feira, junho 25, 2007
fim
é o fim dos tempos,
é o fim dos mundos,
dos sonhos,
dos desejos,
da confiança.
Não foram os videntes quem disseram,
foi o coração ferido.
Exposto, aberto.
Sangrando em lágrimas.
Chorando em sangue.
Não queria fazer o mal.
Queria aliviar a dor.
Falar, desabafar.
Mas a palavra virou espada.
Estaca contra o próprio peito.
E os vampiros morrem.
Os romances morrem.
As histórias acabam antes do fim.
Não há preces nem rezas que acalmem.
A honra deve prevalecer.
A verdade deve aparecer.
Aos samurais, apenas uma letal forma.
Aos traidores, perdão ou castigo?
Morte aos culpados!
Vida e glória aos inocentes.
Talvez a solidão seja um caminho.
Exílio!
Mandem os impostores para a masmorra!
Para que suas palavras não sejam ouvidas,
para que suas lágrimas não sejam vistas,
para que a morte seja seu único alívio.
(sad girl)
é o fim dos mundos,
dos sonhos,
dos desejos,
da confiança.
Não foram os videntes quem disseram,
foi o coração ferido.
Exposto, aberto.
Sangrando em lágrimas.
Chorando em sangue.
Não queria fazer o mal.
Queria aliviar a dor.
Falar, desabafar.
Mas a palavra virou espada.
Estaca contra o próprio peito.
E os vampiros morrem.
Os romances morrem.
As histórias acabam antes do fim.
Não há preces nem rezas que acalmem.
A honra deve prevalecer.
A verdade deve aparecer.
Aos samurais, apenas uma letal forma.
Aos traidores, perdão ou castigo?
Morte aos culpados!
Vida e glória aos inocentes.
Talvez a solidão seja um caminho.
Exílio!
Mandem os impostores para a masmorra!
Para que suas palavras não sejam ouvidas,
para que suas lágrimas não sejam vistas,
para que a morte seja seu único alívio.
(sad girl)
quinta-feira, maio 24, 2007
Do nosso tempo
O tempo passa...
Tudo vai embora.
Cada palavra, cada gesto... passado!
Mas algo ainda fica.
Aqui, alí e lá.
Mas algo ainda fica.
Aqui, alí e lá.
Todas as juras ao pé do ouvido,
foram embora,
efêmeras como o tempo.
E as lembranças?
São pra salvar o que restou
Aqui, alí e lá.
------------------------------------
Obs: Felling all down.
D1. Tenho saudades do nosso tempo.
Mas o tempo passou.
Trilha sonora indicada: Cidadão Quem.
-------------------------------------
Cidadão Quem - Do Nosso Tempo
(Duka Leindecker)
Quero te dar a mão
Mas você não me olha
Penso que assim, então
Melhor eu me mandar
Saio cansado e vou,
Perdido pela rua
Você me nota e sai,
Você me nota e sai,
Pra então se desculpar
Dizer que o tempo vai levar
Pra longe tudo que passou
E assim vou vivendo
E assim vou vivendo
Pra lembrar quem eu sou
Pra salvar o que ainda restou,
Do nosso tempo
E assim vou vivendo
Pra lembrar quem eu sou
Pra salvar o que ainda restou,
Do nosso tempo eu sei,
Que assim vou vivendo
Mas quando eu te vejo, então
Esqueço tudo e nada
Parece tão sério assim,
Esqueço tudo e nada
Parece tão sério assim,
Você pra mim
Eu volto pra casa e vou,
Eu volto pra casa e vou,
Com a tua mão na minha
Pra assistir um DVD
E depois se perder
Pra assistir um DVD
E depois se perder
Dizer que o tempo vai levar
Pra longe tudo que passou
E assim vou vivendo
E assim vou vivendo
Pra lembrar quem eu sou
Pra salvar o que ainda restou,
Do nosso tempo
E assim vou vivendo
Pra lembrar quem eu sou
Pra salvar o que ainda restou,
E assim vou vivendo
Pra lembrar quem eu sou
Pra salvar o que ainda restou,
Do nosso tempo eu sei,
Que assim vou vivendo
segunda-feira, maio 21, 2007
Desejos de um futuro bom
Que você conquiste seus desejos secretos e profundos...
e que todos teus sonhos tornem-se realidades..
Que você sempre tenha a quem amar.
Que você sempre tenha muita saúde, alegria e força.
Que nunca te falte dinheiro e nem senso de humor.
E quando te sentires sozinho, lembre-se que eu estarei pensando em ti.
E torcendo pelo teu sucesso.
Felicidades, um beijo e um abraço bem apertado.
(inspirado em Desejo - Barão Vermelho. Enviado a para felicitação natalina de uma pessoa muito querida e especial na minha pequena vida.)
e que todos teus sonhos tornem-se realidades..
Que você sempre tenha a quem amar.
Que você sempre tenha muita saúde, alegria e força.
Que nunca te falte dinheiro e nem senso de humor.
E quando te sentires sozinho, lembre-se que eu estarei pensando em ti.
E torcendo pelo teu sucesso.
Felicidades, um beijo e um abraço bem apertado.
(inspirado em Desejo - Barão Vermelho. Enviado a para felicitação natalina de uma pessoa muito querida e especial na minha pequena vida.)
quarta-feira, maio 09, 2007
aveso
Eu queria abrir a janela e ver o mar azul.
Poder sonhar com o outro lado do continente.
Outros olhos, outras cores.
Eu queria abrir a porta e sentir o vento,
beijando meu rosto, bagunçando meu cabelo.
Outros aromas, outros sentidos.
Eu queria passear pelo campo verde.
Contemplar o sol, ouvir os pássaros.
Outros horizontes, outros caminhos.
Eu queria que algumas verdades fossem mentiras,
e que algumas ilusões não passassem de sonhos tolos.
Poder sonhar com o outro lado do continente.
Outros olhos, outras cores.
Eu queria abrir a porta e sentir o vento,
beijando meu rosto, bagunçando meu cabelo.
Outros aromas, outros sentidos.
Eu queria passear pelo campo verde.
Contemplar o sol, ouvir os pássaros.
Outros horizontes, outros caminhos.
Eu queria que algumas verdades fossem mentiras,
e que algumas ilusões não passassem de sonhos tolos.
sexta-feira, maio 04, 2007
um quarteto
Nem todas flores são rosas.
Nem todos os caminhos me levam a ti.
Se meu coração é cego,
meu mundo é MUDO.
Nem todos os caminhos me levam a ti.
Se meu coração é cego,
meu mundo é MUDO.
sexta-feira, abril 20, 2007
Miscelânea
Aprendi a sonhar antes de adormecer.
Parou meu coração, com cheiro de cravo e canela.
Segue o rumo do teu próprio coração.
E o amor se fez. Quem me dera ter você mais uma vez.
Pois quando o amor se vai, a gente não se esquece mais.
Ao sul do meu coração quero tempo bom, só você me traz.
Larga tudo e vem comigo. Vamos encarar o perigo.
Hei tchê! vem cá, pois se tu não vier, vou aí te buscar.
O coração garante, não vais encontrar, a certeza no olhar por te amar assim.
Qualquer caminho, me traz aqui.
É aqui a minha terra, é aqui a minha vida, é aqui o meu lugar.
Como é bonito um cantor apaixonado.
Miscelânea de letras de canções gauchescas (não necessariamente nesta ordem):
Reencontro, Canto Alegretense, A Primeira Vez, Pra Quem Veio Vanerá, Canta Catarina, Castelhana, Meu Retorno, Moça Fandangueira, Hei Tchê Vem Cá, Tô Voltando pra Ficar.
nada se cria, tudo se transforma e ganha novos significados!
Parou meu coração, com cheiro de cravo e canela.
Segue o rumo do teu próprio coração.
E o amor se fez. Quem me dera ter você mais uma vez.
Pois quando o amor se vai, a gente não se esquece mais.
Ao sul do meu coração quero tempo bom, só você me traz.
Larga tudo e vem comigo. Vamos encarar o perigo.
Hei tchê! vem cá, pois se tu não vier, vou aí te buscar.
O coração garante, não vais encontrar, a certeza no olhar por te amar assim.
Qualquer caminho, me traz aqui.
É aqui a minha terra, é aqui a minha vida, é aqui o meu lugar.
Como é bonito um cantor apaixonado.
Canta Catarina, canta...
Miscelânea de letras de canções gauchescas (não necessariamente nesta ordem):
Reencontro, Canto Alegretense, A Primeira Vez, Pra Quem Veio Vanerá, Canta Catarina, Castelhana, Meu Retorno, Moça Fandangueira, Hei Tchê Vem Cá, Tô Voltando pra Ficar.
nada se cria, tudo se transforma e ganha novos significados!
terça-feira, abril 17, 2007
ABC, esse é pra você.
A.B.C.
Suas atitudes só fazem-me acreditar que você realmente gosta de mim. Mas de uma maneira um tanto quanto "mimada". A cada resposta negativa como você reage?? Do mesmo jeito. Estás te tornando previsível. Você conhece tanto da minha alma, quanto eu conheço da tua.
Não sou a dona da verdade, e nem quero ser. Mas já estou me acostumando a ter scraps deletados, ser bloqueada do msn... ah, claro, e a ver no teu álbum fotos com declarações amorosas a outras.
Sinto ciúmes? Sim. E cada vez que você reage desta maneira, me faz pensar mais e mais, se um dia te direi novamente um SIM.
Mas eu gosto de ti. Do meu modo de gostar. Não existem palavras para descrever o quanto a tua companhia me faz bem. O quanto eu desejo que você realize seus sonhos. E, também, o quanto tua distância me maltrata.
E neste momento teus sentimentos mistam ódio e amor. Assim como os meus.
Enquanto eu quero conversa, você quer me tirar da tua vida. Como a folha de rascunho do caderno. Mas tu sabes que eu estou em ti e tu estás em mim. É carma. É alma. É algo que não sei explicar.
Você tem todas as minhas verdades. Meus medos, anseios e, sabe de cór, a cor dos meus desejos.
Eu não sei mentir pra você. E sei que minha sinceridade, as vezes, te magoa.
Te peço perdão. Mas perco a medida. Não quero te enganar, te iludir. Quero te amar. Mas não consigo ser mais que tua amiga.
Suas atitudes só fazem-me acreditar que você realmente gosta de mim. Mas de uma maneira um tanto quanto "mimada". A cada resposta negativa como você reage?? Do mesmo jeito. Estás te tornando previsível. Você conhece tanto da minha alma, quanto eu conheço da tua.
Não sou a dona da verdade, e nem quero ser. Mas já estou me acostumando a ter scraps deletados, ser bloqueada do msn... ah, claro, e a ver no teu álbum fotos com declarações amorosas a outras.
Sinto ciúmes? Sim. E cada vez que você reage desta maneira, me faz pensar mais e mais, se um dia te direi novamente um SIM.
Mas eu gosto de ti. Do meu modo de gostar. Não existem palavras para descrever o quanto a tua companhia me faz bem. O quanto eu desejo que você realize seus sonhos. E, também, o quanto tua distância me maltrata.
E neste momento teus sentimentos mistam ódio e amor. Assim como os meus.
Enquanto eu quero conversa, você quer me tirar da tua vida. Como a folha de rascunho do caderno. Mas tu sabes que eu estou em ti e tu estás em mim. É carma. É alma. É algo que não sei explicar.
Você tem todas as minhas verdades. Meus medos, anseios e, sabe de cór, a cor dos meus desejos.
Eu não sei mentir pra você. E sei que minha sinceridade, as vezes, te magoa.
Te peço perdão. Mas perco a medida. Não quero te enganar, te iludir. Quero te amar. Mas não consigo ser mais que tua amiga.
terça-feira, abril 10, 2007
without you
O dia amanhecera sem muita vontade, nublado.
Talvez, fosse mesmo para ficar na cama, mas levantou-se. Lavou o rosto e viu, no espelho, as profundas olheiras. Pensou em voltar para a cama. Olhou as cobertas, alí.. convidando-a para um cochilo matinal.
Sentou na beirada da cama. Acariciou o travesseiro que ainda guardara o calor do seu corpo. Sentiu-se só. Deitou encolhida.
Tudo que precisava naquela manhã abandonada, era um abraço protetor, um sorriso reconfortante, um ombro macio e um olhar que lhe desvendasse os segredos da alma. Mas não havia nada disso. Somente, a cama, o travesseiro, as cobertas e as nuvens do céu para lhe fazer companhia.
Do abraço sentiu rejeição,
do sorriso vieram as lágrimas,
do ombro macio, indiferença,
e do olhar, uma saudade infinita.
Que outras almas aqueles olhos estariam desvendando?
Que outras histórias estaria vivenciando?
Estava longe.
E restara apenas, a lembrança.
E uma pergunta, por enquanto ainda sem resposta
"I can't live with or without you?"
Talvez, fosse mesmo para ficar na cama, mas levantou-se. Lavou o rosto e viu, no espelho, as profundas olheiras. Pensou em voltar para a cama. Olhou as cobertas, alí.. convidando-a para um cochilo matinal.
Sentou na beirada da cama. Acariciou o travesseiro que ainda guardara o calor do seu corpo. Sentiu-se só. Deitou encolhida.
Tudo que precisava naquela manhã abandonada, era um abraço protetor, um sorriso reconfortante, um ombro macio e um olhar que lhe desvendasse os segredos da alma. Mas não havia nada disso. Somente, a cama, o travesseiro, as cobertas e as nuvens do céu para lhe fazer companhia.
Do abraço sentiu rejeição,
do sorriso vieram as lágrimas,
do ombro macio, indiferença,
e do olhar, uma saudade infinita.
Que outras almas aqueles olhos estariam desvendando?
Que outras histórias estaria vivenciando?
Estava longe.
E restara apenas, a lembrança.
E uma pergunta, por enquanto ainda sem resposta
"I can't live with or without you?"
quarta-feira, março 28, 2007
tempo
tempo...
o que são
minutos?
segundos?
horas?
perto de uma vida inteira?
perto de um amor a ser vivido?
perto de um sonho escondido?
eu quero um tempo.
pra mim.
pra ti.
pra nós.
seja lá, quem for o EU, quem for o TU, ou o NÓS!
sujeitos, predicados, verbos!
quero todos.
quero um, mas não tenho nenhum.
[viva a poesia]
o que são
minutos?
segundos?
horas?
perto de uma vida inteira?
perto de um amor a ser vivido?
perto de um sonho escondido?
eu quero um tempo.
pra mim.
pra ti.
pra nós.
seja lá, quem for o EU, quem for o TU, ou o NÓS!
sujeitos, predicados, verbos!
quero todos.
quero um, mas não tenho nenhum.
[viva a poesia]
quarta-feira, março 07, 2007
te ver e não te querer...
te ver e não te querer... é improvável, é impossível, já dizia uma canção.
E traduz esse sentimento desconexo, concâvo ou convexo.
Há muitos dias decidi, não te querer mais. Mas...
Meus olhos viram os teus. Minha bochecha sentiu teu beijo de amigo. Meus pulmões respiraram por breves segundos teu perfume... e lá se foi, por terra, toda minha decisão.
Ah, garoto estranho... porque tem que ser assim? Porque estou ouvindo todas músicas que me fazem lembrar de ti? Porque te quero, se tu não me queres?
Porque esse sentimento de "tão longe, tão perto"? Porque as coisas não são simples como virar a página do caderno, como rasgar a folha velha e surrada pela chuva ou guardar a fotografia na gaveta? Porque eu sinto que você também sente a mesma coisa?
ah... garoto estranho. Você me deixa estranhamente sentimental... sonhadora.
Você me fez mudar. Sem dizer uma palavra. Você me conquistou, me ensinou a esperar. E toda paciência me impede, agora, de tomar uma decisão drástica: esquecer ou lutar.
E os dias vão passando. Quem sabe toda esta estranheza também passe e possamos ser como éramos antes.
"E", te ver e não te querer... é improvável, é impossível... [neste momento, ao menos]
E traduz esse sentimento desconexo, concâvo ou convexo.
Há muitos dias decidi, não te querer mais. Mas...
Meus olhos viram os teus. Minha bochecha sentiu teu beijo de amigo. Meus pulmões respiraram por breves segundos teu perfume... e lá se foi, por terra, toda minha decisão.
Ah, garoto estranho... porque tem que ser assim? Porque estou ouvindo todas músicas que me fazem lembrar de ti? Porque te quero, se tu não me queres?
Porque esse sentimento de "tão longe, tão perto"? Porque as coisas não são simples como virar a página do caderno, como rasgar a folha velha e surrada pela chuva ou guardar a fotografia na gaveta? Porque eu sinto que você também sente a mesma coisa?
ah... garoto estranho. Você me deixa estranhamente sentimental... sonhadora.
Você me fez mudar. Sem dizer uma palavra. Você me conquistou, me ensinou a esperar. E toda paciência me impede, agora, de tomar uma decisão drástica: esquecer ou lutar.
E os dias vão passando. Quem sabe toda esta estranheza também passe e possamos ser como éramos antes.
"E", te ver e não te querer... é improvável, é impossível... [neste momento, ao menos]
sábado, março 03, 2007
terça-feira, fevereiro 27, 2007
SETE
"Um escorpiano tem o vigor e a paixão de, digamos, umas sete pessoas"
não resisti a esta frase.
sou escorpiana.
com orgulho.
com toda sua paixão.
com toda sua intensidade de sentimentos, idéias... impulsos e ciúmes.
detesto sentir ciúme. E vou parar de sentir (sim, isso é uma afirmação e não uma promessa). Vou contar 300 vezes os botões da camisa antes de destilar veneno. Antes de ferir inocentes.
Antes de me ferir.
Porque eu me amo. E meu amor é o maior do mundo. Afinal, quem mais tem sete corações?? (ok, dizem que os gatos têm sete vidas... mas e daí?? eu tenho a força de sete apaixonados. E sabemos mto bem, que uma pessoa apaixonada é capaz de tudo... ou quase tudo).
Então, garoto, cuidado comigo!
(acho que a frase correta seria: Habylee cuidado contigo mesma! :D)
não resisti a esta frase.
sou escorpiana.
com orgulho.
com toda sua paixão.
com toda sua intensidade de sentimentos, idéias... impulsos e ciúmes.
detesto sentir ciúme. E vou parar de sentir (sim, isso é uma afirmação e não uma promessa). Vou contar 300 vezes os botões da camisa antes de destilar veneno. Antes de ferir inocentes.
Antes de me ferir.
Porque eu me amo. E meu amor é o maior do mundo. Afinal, quem mais tem sete corações?? (ok, dizem que os gatos têm sete vidas... mas e daí?? eu tenho a força de sete apaixonados. E sabemos mto bem, que uma pessoa apaixonada é capaz de tudo... ou quase tudo).
Então, garoto, cuidado comigo!
(acho que a frase correta seria: Habylee cuidado contigo mesma! :D)
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
sorrisos
Hoje enquanto tomava banho pensei em sorrisos.
E que há sorrisos e sorrisos.
Existem pessoas que estão sempre sorrindo, mas não transmitem alegria.
Outras, sérias, pouco se vê os dentes. Mas quando sorriem... ah, pode-se ver sua alma.
Sim, existem pessoas que sorriem com a alma, com o coração. E este é o verdadeiro sorriso. A verdadeira alegria expressa. Sem medo, sem amarras. Leve e solto.
Pensei mais um pouco e percebi que quando se sorri com a alma, os olhos sorriem junto. Orquestram a alegria que será exteriorizada pelos lábios.
Lembrei de alguns destes sorrisos verdadeiros, sinceros.
Poucos, mas inesquecíveis. Únicos.
Sem importar se os dentes são desalinhados, pontudos... amarelados. A grandiosidade do sentimento supera todo "defeito estético".
E eu vi algumas almas.
E algumas almas sorriram pra mim.
E desejo ter mostrado a minha também.
E que há sorrisos e sorrisos.
Existem pessoas que estão sempre sorrindo, mas não transmitem alegria.
Outras, sérias, pouco se vê os dentes. Mas quando sorriem... ah, pode-se ver sua alma.
Sim, existem pessoas que sorriem com a alma, com o coração. E este é o verdadeiro sorriso. A verdadeira alegria expressa. Sem medo, sem amarras. Leve e solto.
Pensei mais um pouco e percebi que quando se sorri com a alma, os olhos sorriem junto. Orquestram a alegria que será exteriorizada pelos lábios.
Lembrei de alguns destes sorrisos verdadeiros, sinceros.
Poucos, mas inesquecíveis. Únicos.
Sem importar se os dentes são desalinhados, pontudos... amarelados. A grandiosidade do sentimento supera todo "defeito estético".
E eu vi algumas almas.
E algumas almas sorriram pra mim.
E desejo ter mostrado a minha também.
sábado, fevereiro 03, 2007
vazio.
estava tudo muito bem.
estava tudo muito belo.
mas algo aconteceu.
e não sei o que foi.
algo aqui dentro mudou.
uma tristeza absurda tomou conta de mim.
um sentimento de solidão,
misturado a um grão de depressão.
não adiantaria ir a festas.
não adiantaria ver filme.
adiantaria amigos...
quem sabe beber um pouco?
falar bobagens?
talvez.
mas nada aconteceu.
recusei as festas.
queria só conversar, olhando pra lua.
simples e intimista.
no fim das contas,
ficou eu e ela.
uma olhando pra outra.
cada uma na sua solidão.
nas suas dores invisíveis.
nas suas lágrimas não derramadas.
nas suas cores pálidas.
nos seus desejos secretos.
:(
estava tudo muito belo.
mas algo aconteceu.
e não sei o que foi.
algo aqui dentro mudou.
uma tristeza absurda tomou conta de mim.
um sentimento de solidão,
misturado a um grão de depressão.
não adiantaria ir a festas.
não adiantaria ver filme.
adiantaria amigos...
quem sabe beber um pouco?
falar bobagens?
talvez.
mas nada aconteceu.
recusei as festas.
queria só conversar, olhando pra lua.
simples e intimista.
no fim das contas,
ficou eu e ela.
uma olhando pra outra.
cada uma na sua solidão.
nas suas dores invisíveis.
nas suas lágrimas não derramadas.
nas suas cores pálidas.
nos seus desejos secretos.
:(
sábado, janeiro 27, 2007
as vezes...
as vezes eu queria entender.
o que se passa aqui.
o que acontece aí.
as vezes eu queria fugir.
daqui.
dalí.
quem sabe correr
alí.
lá.
beijar.
abraçar.
chorar.
dormir pra nunca mais acordar.
acordar pra viver num sonho.
sonhar pra amar.
mas as vezes o certo vira errado, e o errado, certo.
e eu quero-te.
mas não posso falar.
não devo sentir.
não devo gostar.
esquecer??
não dá.
"E" garoto, você é estranho.
Você me faz sentir coisas estranhas.
Que estranha magia é essa? hein, "E"?
um beijo, pro garoto estranho..
[que eu acho que nem vai ler isso]
o que se passa aqui.
o que acontece aí.
as vezes eu queria fugir.
daqui.
dalí.
quem sabe correr
alí.
lá.
beijar.
abraçar.
chorar.
dormir pra nunca mais acordar.
acordar pra viver num sonho.
sonhar pra amar.
mas as vezes o certo vira errado, e o errado, certo.
e eu quero-te.
mas não posso falar.
não devo sentir.
não devo gostar.
esquecer??
não dá.
"E" garoto, você é estranho.
Você me faz sentir coisas estranhas.
Que estranha magia é essa? hein, "E"?
um beijo, pro garoto estranho..
[que eu acho que nem vai ler isso]
sexta-feira, janeiro 12, 2007
silêncio
o telefone não toca.
nenhuma chamada não atendida.
nenhuma mensagem recebida.
como é triste o vício.
como é triste a solidão.
nenhuma chamada não atendida.
nenhuma mensagem recebida.
como é triste o vício.
como é triste a solidão.
sexta-feira, janeiro 05, 2007
domingo, dezembro 31, 2006
Retrospectiva 2006
Finalmente, o fim.
É chegada a hora da famosa retrospectiva. Poderia falar neste post de tudo que aconteceu de bom ou ruim no ano. Poderia falar das músicas que fizeram a trilha sonora destes 365 dias. Mas vou fazer diferente. Vou colocar as frases e expressões que marcaram o ano que está dizendo adeus. E, logicamente, as dedicarei aos seus autores.. que seão identificados pelas letras iniciais de seus nomes e sobrenomes... Algumas frases serão minhas. E estas estarão assinadas por "H". Foram muitas frases.. que remetem a pessoas ou situações que marcaram a "ferro e brasa" esse ano. Talvez eu esqueça de alguma... mas vou tentar manter a ordem cronológica... Dizem que anos pares não são bons... se isso for verdade, meu 2007 será um sonho! 2006 deixará saudades... foi no geral mto bom.
"má que cosa!" C.V.M
" agora sim! juntou a fome com a vontade de comer" C.V.M
"... eu aperto o interfone..." J.R
"... olha para as estrelas..." E.R
"..boa viagem.." E.R
"me dá um toque quando chegar em casa?" S.R.L
"sério?" H.
"só tu mesmo... bem loca" L.S.R
"tu não tá acostumado com meu ritmo" H.
"...intão?" L.S.R
"Adelaide começa a se manifestar" J.S.F
"não. não... isso só vai piorar as coisas" D.B.E
"tu faz isso só porque sabe que sou louco por ti" A.B.C
"mas tu maltrata aquele pobre coraçãozinho indefeso..." J.R
"e as carrrne?" J.R
"e o pinus?" C.O
"ah, tu me mata! hahaha" C.V.M
"vou te ameaçar de morte outra vez: se tu contar isso pra alguém eu te mato!" F.R
"te cuida." S.R.L
"fica fria. não esquenta. eu falo..." D.I.I
"mas bagacero é elogiu" T.A.R.M
"Adelaide? é tu?" J.R
"eu também senti saudade" D.B.E
"...não. Ela está comigo! Não tá vendo?" S.R.L (essa foi ótima SÔ!)
"mas porquê?" H.
"alou?" L.R.S
"eba.. eba" C.P
"Fulano? Ah, Fulano é estranho... Ciclano é estranho" R.D
"ah... eu tô com preguiça. Procura lá a ficha..." M.P
"eu gosto de ti" R.D
"deixa assim" L.R.S
"..boa viagem." R.D (bhá, ouvi a mesma frase de 2 pessoas diferentes!)
"eu gosto de ti, e tu sabe disso" R.D
"eu vou lá contigo" S.R.L
"depois eu te ligo, pra saber..." S.R.L
"eu não acredito..." D.B.E
.... nem eu!!!
Feliz 2007.
É chegada a hora da famosa retrospectiva. Poderia falar neste post de tudo que aconteceu de bom ou ruim no ano. Poderia falar das músicas que fizeram a trilha sonora destes 365 dias. Mas vou fazer diferente. Vou colocar as frases e expressões que marcaram o ano que está dizendo adeus. E, logicamente, as dedicarei aos seus autores.. que seão identificados pelas letras iniciais de seus nomes e sobrenomes... Algumas frases serão minhas. E estas estarão assinadas por "H". Foram muitas frases.. que remetem a pessoas ou situações que marcaram a "ferro e brasa" esse ano. Talvez eu esqueça de alguma... mas vou tentar manter a ordem cronológica... Dizem que anos pares não são bons... se isso for verdade, meu 2007 será um sonho! 2006 deixará saudades... foi no geral mto bom.
"má que cosa!" C.V.M
" agora sim! juntou a fome com a vontade de comer" C.V.M
"... eu aperto o interfone..." J.R
"... olha para as estrelas..." E.R
"..boa viagem.." E.R
"me dá um toque quando chegar em casa?" S.R.L
"sério?" H.
"só tu mesmo... bem loca" L.S.R
"tu não tá acostumado com meu ritmo" H.
"...intão?" L.S.R
"Adelaide começa a se manifestar" J.S.F
"não. não... isso só vai piorar as coisas" D.B.E
"tu faz isso só porque sabe que sou louco por ti" A.B.C
"mas tu maltrata aquele pobre coraçãozinho indefeso..." J.R
"e as carrrne?" J.R
"e o pinus?" C.O
"ah, tu me mata! hahaha" C.V.M
"vou te ameaçar de morte outra vez: se tu contar isso pra alguém eu te mato!" F.R
"te cuida." S.R.L
"fica fria. não esquenta. eu falo..." D.I.I
"mas bagacero é elogiu" T.A.R.M
"Adelaide? é tu?" J.R
"eu também senti saudade" D.B.E
"...não. Ela está comigo! Não tá vendo?" S.R.L (essa foi ótima SÔ!)
"mas porquê?" H.
"alou?" L.R.S
"eba.. eba" C.P
"Fulano? Ah, Fulano é estranho... Ciclano é estranho" R.D
"ah... eu tô com preguiça. Procura lá a ficha..." M.P
"eu gosto de ti" R.D
"deixa assim" L.R.S
"..boa viagem." R.D (bhá, ouvi a mesma frase de 2 pessoas diferentes!)
"eu gosto de ti, e tu sabe disso" R.D
"eu vou lá contigo" S.R.L
"depois eu te ligo, pra saber..." S.R.L
"eu não acredito..." D.B.E
.... nem eu!!!
Feliz 2007.
sábado, dezembro 23, 2006
Reflexões
23 de dezembro.
Véspera da véspera de Natal. E aquele clima de fim de ano aparece. Recordações. Lembranças. Saudades de quem está longe... e de quem está perto. Histórias. Noites mal dormidas. Noites em prantos. Dias felizes. Dias chuvosos. Brigas. Reconcilhações. Tentativas e erros. Bem, mas isso tudo é para o post de retrospectiva!!
Voltando ao propósito inicial deste post: o amor.
Hoje resolvi pensar sobre isso. O que é amar? O que é gostar? Falo do sentimento, não do desejo. Acredito que amar e gostar são sinônimos. Porém, usamos amor para algo maior. Para quem realmente você gosta, acima de tudo. Apesar dos defeitos, você os conheçe e sabe perdoá-los. E o gostar para quem se ama de forma amena. Para quem "não vira sua cabeça". Confuso? Também achei. Mas é mais ou menos assim. Amar e gostar... muito próximos. O que muda é o tempo. O amor é eterno. O gostar é efêmero. E efêmero não significa que não seja intenso ou verdadeiro. Apenas que tem um "prazo de validade". Ou que não fará você perder preciosas horas de sono... pensando em alguém.
Estou amando? Estou gostando? Estou refletindo.
Apesar da pessoa não falar mais com você. Apesar da pessoa não querer nada com você. Apesar da pessoa não dar a mínima para você. Apesar da pessoa mal saber que você existe. Apesar da conversa girar sempre em torno dos mesmos assuntos cotidianos. E você insiste. Você torce por ela. Você sabe que ela é legal. Que pode existir ao menos uma grande amizade. Isso é gostar ou amar? Ama-se os amigos ou gosta-se dos amigos? E porque achamos que amamos alguém e descobrimos que "apenas" gostamos ou vice-versa? Gostar estaria mais ligado a amizade? Você gosta de alguém, quer que ela se dê bem... mas poderia viver sem ela? Quanta confusão!
Segundo o filósofo Platão "Amor: uma perigosa doença mental". Acho que ele tinha razão.
Também concordo com Pascal:" O amor não tem idade: está sempre nascendo" e com Petrônio: "Um amor antigo é um cárcere".
E ainda os Paralamas dizem: "saber amar, é saber deixar alguém te amar"
Conclusão:
Se te amo, ou se te gosto... o importante é que te quero bem.
Véspera da véspera de Natal. E aquele clima de fim de ano aparece. Recordações. Lembranças. Saudades de quem está longe... e de quem está perto. Histórias. Noites mal dormidas. Noites em prantos. Dias felizes. Dias chuvosos. Brigas. Reconcilhações. Tentativas e erros. Bem, mas isso tudo é para o post de retrospectiva!!
Voltando ao propósito inicial deste post: o amor.
Hoje resolvi pensar sobre isso. O que é amar? O que é gostar? Falo do sentimento, não do desejo. Acredito que amar e gostar são sinônimos. Porém, usamos amor para algo maior. Para quem realmente você gosta, acima de tudo. Apesar dos defeitos, você os conheçe e sabe perdoá-los. E o gostar para quem se ama de forma amena. Para quem "não vira sua cabeça". Confuso? Também achei. Mas é mais ou menos assim. Amar e gostar... muito próximos. O que muda é o tempo. O amor é eterno. O gostar é efêmero. E efêmero não significa que não seja intenso ou verdadeiro. Apenas que tem um "prazo de validade". Ou que não fará você perder preciosas horas de sono... pensando em alguém.
Estou amando? Estou gostando? Estou refletindo.
Apesar da pessoa não falar mais com você. Apesar da pessoa não querer nada com você. Apesar da pessoa não dar a mínima para você. Apesar da pessoa mal saber que você existe. Apesar da conversa girar sempre em torno dos mesmos assuntos cotidianos. E você insiste. Você torce por ela. Você sabe que ela é legal. Que pode existir ao menos uma grande amizade. Isso é gostar ou amar? Ama-se os amigos ou gosta-se dos amigos? E porque achamos que amamos alguém e descobrimos que "apenas" gostamos ou vice-versa? Gostar estaria mais ligado a amizade? Você gosta de alguém, quer que ela se dê bem... mas poderia viver sem ela? Quanta confusão!
Segundo o filósofo Platão "Amor: uma perigosa doença mental". Acho que ele tinha razão.
Também concordo com Pascal:" O amor não tem idade: está sempre nascendo" e com Petrônio: "Um amor antigo é um cárcere".
E ainda os Paralamas dizem: "saber amar, é saber deixar alguém te amar"
Conclusão:
Se te amo, ou se te gosto... o importante é que te quero bem.
quarta-feira, dezembro 20, 2006
Caminhos
Existem caminhos e caminhos.
Caminhos de vida e de morte.
De amor e ódio.
De calor e frio.
De presença e saudade.
De companhia e solidão.
De sim e não.
Cada escolha, nos leva a um deles.
Saber se melhor ou pior... depende. Do tempo. Do espaço. Do azar e da sorte.
As vezes o que parece certo, vira errado. E o impossível torna-se real. E o real, ilusão.
As vezes a escolha de um, não impede o outro. Noutras, ou um ou outro... ou nenhum.
Ouvir um NÃO. Definitivamente faz com que se escolha outro caminho. Mas não significa desistir completamente daquele que te negou a oportunidade. Pode ser que não seja o tempo certo.
Dê tempo ao tempo. Deixe o mundo girar em torno do seu eixo. Deixe as coisas tomarem forma novamente. Deixe o coração respirar. Deixe sentir saudade. Deixe chorar. Deixe lavar a alma. Deixe entender. Deixe amar... quem sabe amanhã o NÃO vira um SIM?
Estou aprendendo a ter calma. Paciência. A acreditar no tempo senhor da razão. Mas não quer dizer que vou cruzar os braços e esperar que a borboleta bata as asas e voe para longe de mim. Estarei de peito aberto. Sem armaduras ou mágoas. Não esconderei meu eu. Nem meu sentimento maior. Mas deixarei também o silêncio falar...
Por outro lado, sofrerei. A dor da partida. A dor do "sonho não vivido". A dor do "poderia ter sido diferente". A dor do "te adoro, mas estou indo embora". A dor do "obrigada por ter sido meu caminho, um dia".
:(
Caminhos de vida e de morte.
De amor e ódio.
De calor e frio.
De presença e saudade.
De companhia e solidão.
De sim e não.
Cada escolha, nos leva a um deles.
Saber se melhor ou pior... depende. Do tempo. Do espaço. Do azar e da sorte.
As vezes o que parece certo, vira errado. E o impossível torna-se real. E o real, ilusão.
As vezes a escolha de um, não impede o outro. Noutras, ou um ou outro... ou nenhum.
Ouvir um NÃO. Definitivamente faz com que se escolha outro caminho. Mas não significa desistir completamente daquele que te negou a oportunidade. Pode ser que não seja o tempo certo.
Dê tempo ao tempo. Deixe o mundo girar em torno do seu eixo. Deixe as coisas tomarem forma novamente. Deixe o coração respirar. Deixe sentir saudade. Deixe chorar. Deixe lavar a alma. Deixe entender. Deixe amar... quem sabe amanhã o NÃO vira um SIM?
Estou aprendendo a ter calma. Paciência. A acreditar no tempo senhor da razão. Mas não quer dizer que vou cruzar os braços e esperar que a borboleta bata as asas e voe para longe de mim. Estarei de peito aberto. Sem armaduras ou mágoas. Não esconderei meu eu. Nem meu sentimento maior. Mas deixarei também o silêncio falar...
Por outro lado, sofrerei. A dor da partida. A dor do "sonho não vivido". A dor do "poderia ter sido diferente". A dor do "te adoro, mas estou indo embora". A dor do "obrigada por ter sido meu caminho, um dia".
:(
sábado, dezembro 09, 2006
História sem fim
Sentou numa mesa de bar. Pediu uma Coca-Cola. Sentiu levemente o gosto da bebida nos lábios. Olhou para o relógio. Arrumou os cabelos. Bebeu mais um gole, profundo. Suspirou. Olhou para os lados. Batucou com os dedos, qualquer coisa na mesa. Mais um gole. E uma olhada discreta no relógio. Menos de um minuto passara.
Suspira novamente. Bebe de uma vez meio copo. Observa as pessoas no bar. Tenta entender porquê está alí. Tem vontade de ir embora. Mas resolve levar adiante. Coloca mais um pouco do refrigerante no copo. Tira os cabelos da frente dos olhos.
Bebe mais um pouco. Pensa em acender um cigarro. Ouve a conversa da mesa ao lado. Procura o relógio. Suspira. As mãos tremem. Os minutos passam.
Sente mais uma vez o gosto do refrigerante. Sente que é chegada a hora. Olha para trás. Vê o motivo da sua inquietação chegando. Bebe mais um gole. Suspira fundo. E torce para que tudo dê certo...
[e o resto da história, imagine]
Suspira novamente. Bebe de uma vez meio copo. Observa as pessoas no bar. Tenta entender porquê está alí. Tem vontade de ir embora. Mas resolve levar adiante. Coloca mais um pouco do refrigerante no copo. Tira os cabelos da frente dos olhos.
Bebe mais um pouco. Pensa em acender um cigarro. Ouve a conversa da mesa ao lado. Procura o relógio. Suspira. As mãos tremem. Os minutos passam.
Sente mais uma vez o gosto do refrigerante. Sente que é chegada a hora. Olha para trás. Vê o motivo da sua inquietação chegando. Bebe mais um gole. Suspira fundo. E torce para que tudo dê certo...
[e o resto da história, imagine]
sexta-feira, dezembro 08, 2006
O dia havia chegado
Acordou. O coração já batia em um novo ritmo. Abriu devagar os olhos e viu a luz do sol por entre as frestas da persiana. Espreguiçou-se na cama. Vagarosamente. Pôs a mão no peito. Sentiu o coração acelerado. Sorriu. O dia havia chegado.
Levantou. Trocou o pijama colorido. Olhou seu corpo no espelho. Sorria. O dia havia chegado.
A cada minuto lembrava. Era o dia.
Estava feliz. Eufórica. Contava os minutos. Era o dia.
Tentava se concentrar em alguma coisa... em vão. As palavras do dia anterior não saim da cabeça... nem do coração. O dia havia chegado.
Por momentos, tremia. E achava graça de tudo. Nem ligou quando deixou o almoço queimar... afinal, não eram todos os dias que eram O DIA.
Esperou. Olhou o relógio mil vezes. Pensou. Imaginou frases a serem ditas. O dia havia chegado.
Chegada a hora, arrumou-se. Partiu. O coração batia cada vez mais rápido. O dia havia chegado.
Meia hora depois. Encontrou-o. Conversaram. Muito. Achou que o dia, não era o dia. Achou que havia se enganado. Será que o dia não havia chegado?? será que chegaria um dia, que seria o dia?
Mas era o dia. E foi o dia. O dia que a Garota viu o Pôr-do-sol. Com suas múltiplas cores, o céu foi generoso com a Garota. Com a vontade de admirar o mais ilustre e gratuito espetáculo da natureza: o pôr-do-sol!! As frases pensadas não foram utilizadas. Preferiu deixar o coração falar. E sentir a emoção daquele encontro.
E a noite chegou. Não trouxe estrelas. Mas a lua a iluminou até sua casa. Onde voltou a dormir e sonhar.
O dia havia chegado. E havia terminado em poucas e ansiosas horas.
E a Garota jamais esquecerá o Pôr-do-sol.
Jamais esquecerá o Dia.
Levantou. Trocou o pijama colorido. Olhou seu corpo no espelho. Sorria. O dia havia chegado.
A cada minuto lembrava. Era o dia.
Estava feliz. Eufórica. Contava os minutos. Era o dia.
Tentava se concentrar em alguma coisa... em vão. As palavras do dia anterior não saim da cabeça... nem do coração. O dia havia chegado.
Por momentos, tremia. E achava graça de tudo. Nem ligou quando deixou o almoço queimar... afinal, não eram todos os dias que eram O DIA.
Esperou. Olhou o relógio mil vezes. Pensou. Imaginou frases a serem ditas. O dia havia chegado.
Chegada a hora, arrumou-se. Partiu. O coração batia cada vez mais rápido. O dia havia chegado.
Meia hora depois. Encontrou-o. Conversaram. Muito. Achou que o dia, não era o dia. Achou que havia se enganado. Será que o dia não havia chegado?? será que chegaria um dia, que seria o dia?
Mas era o dia. E foi o dia. O dia que a Garota viu o Pôr-do-sol. Com suas múltiplas cores, o céu foi generoso com a Garota. Com a vontade de admirar o mais ilustre e gratuito espetáculo da natureza: o pôr-do-sol!! As frases pensadas não foram utilizadas. Preferiu deixar o coração falar. E sentir a emoção daquele encontro.
E a noite chegou. Não trouxe estrelas. Mas a lua a iluminou até sua casa. Onde voltou a dormir e sonhar.
O dia havia chegado. E havia terminado em poucas e ansiosas horas.
E a Garota jamais esquecerá o Pôr-do-sol.
Jamais esquecerá o Dia.
quarta-feira, novembro 29, 2006
bye
Ultimamente tenho me despedido de tudo que gosto. Ou quase tudo. Principalmente das coisas (e não das pessoas, deixo claro) que foram importantes para mim nos últimos 12 meses.
Larguei o rádio,
Larguei o teatro,
Larguei o rádioteatro, com seus sonhos de finais felizes, trilhas e beijos estalados.
Larguei o meu "outro eu".
Larguei o ex-amigo teimoso (que eu insitia em conversar, entender... não quer mais ser meu amigo? quer me ignorar, pois bem. Não chore depois, qdo eu largar a cidade).
Larguei o "sonho importado".
Larguei o ex-amor... (a pessoa continua meu amigo, larguei o sentimento de "quero voltar").
Larguei o estágio, hoje.
Em breve, largarei a vida acadêmica.
Deixarei a cidade, o bairro, o estado.. quem sabe o país?
Deixarei meus amores, meus amigos...
Deixarei eu saudades??
Ou apenas as carregarei no meu peito?
Hoje me senti sozinha. Como a muito não sentia. Poderia ter ligado aos amigos, sei quais me atenderiam. Mas eu só queria estar com uma pessoa. Nem precisaria falar nada. Apenas deitar a cabeça em seu ombro macio e ouvir sua respiração. E o mundo pareceria perfeito. Calmo. Leve. E eu não teria que segurar lágrimas, como estou fazendo agora. Eu estaria no meu porto seguro. Estaria segura, confiante, confortável.
Mas isso não aconteceu. Deixei o celular chamá-lo em vão. Ele não atendeu. Já era de se esperar. Devia estar na mochila, perdido entre os cadernos. Talvez estivesse à mão. Mas quem sabe a dúvida entre o sim e o não perturbou-o, tanto quanto o som do aparelho chamando?
Quem sabe tudo isso seja mentira.
Quem sabe tudo isso não passe de uma ilusão?
Um sonho bobo?
Ou uma garota perdida? E talvez apaixonada?
Ou ainda, quem sabe, o enredo de um filme?
É! isso é um filme, daqueles que o espectador decide o final, de acordo com seus pensamentos.
Pense aí, decida aí... eu já cansei disso tudo mesmo.
Larguei o rádio,
Larguei o teatro,
Larguei o rádioteatro, com seus sonhos de finais felizes, trilhas e beijos estalados.
Larguei o meu "outro eu".
Larguei o ex-amigo teimoso (que eu insitia em conversar, entender... não quer mais ser meu amigo? quer me ignorar, pois bem. Não chore depois, qdo eu largar a cidade).
Larguei o "sonho importado".
Larguei o ex-amor... (a pessoa continua meu amigo, larguei o sentimento de "quero voltar").
Larguei o estágio, hoje.
Em breve, largarei a vida acadêmica.
Deixarei a cidade, o bairro, o estado.. quem sabe o país?
Deixarei meus amores, meus amigos...
Deixarei eu saudades??
Ou apenas as carregarei no meu peito?
Hoje me senti sozinha. Como a muito não sentia. Poderia ter ligado aos amigos, sei quais me atenderiam. Mas eu só queria estar com uma pessoa. Nem precisaria falar nada. Apenas deitar a cabeça em seu ombro macio e ouvir sua respiração. E o mundo pareceria perfeito. Calmo. Leve. E eu não teria que segurar lágrimas, como estou fazendo agora. Eu estaria no meu porto seguro. Estaria segura, confiante, confortável.
Mas isso não aconteceu. Deixei o celular chamá-lo em vão. Ele não atendeu. Já era de se esperar. Devia estar na mochila, perdido entre os cadernos. Talvez estivesse à mão. Mas quem sabe a dúvida entre o sim e o não perturbou-o, tanto quanto o som do aparelho chamando?
Quem sabe tudo isso seja mentira.
Quem sabe tudo isso não passe de uma ilusão?
Um sonho bobo?
Ou uma garota perdida? E talvez apaixonada?
Ou ainda, quem sabe, o enredo de um filme?
É! isso é um filme, daqueles que o espectador decide o final, de acordo com seus pensamentos.
Pense aí, decida aí... eu já cansei disso tudo mesmo.
sábado, novembro 25, 2006
Paciência!
Paciência é esperar um ano para acreditar que tudo pode ser diferente.
Paciência é esperar nove meses para nascer.
Paciência é esperar um mês para ter o resultado de uma prova.
Paciência é esperar quinze dias para saber as novidades da sua amiga.
Paciência é esperar uma semana para chegar o novo fim de semana.
Paciência é esperar dias para ver alguém especial.
Paciência é esperar horas por alguém.
Paciência é esperar minutos (intermináveis) pelo ônibus.
Paciência é esperar... meses, semanas, dias, horas, minutos, segundos... por um abraço.
Paciência é esperar o dobro, por um beijo.
Paciência é esperar.
Paciência é amar.
O amor é paciente.
Ou eu sou uma paciente do amor?
E o que é esperar?? Senão ter esperança?
Esperar é insistir.
Esperar é querer.
Esperar é desejar.
Esperar é sonhar tornar a esperança realidade.
E eu espero, espero por "E".
("E" não possui relação alguma ao verdadeiro nome de "E". Estou apenas protegendo a minha privacidade... e a dele tbm.)
Paciência é esperar nove meses para nascer.
Paciência é esperar um mês para ter o resultado de uma prova.
Paciência é esperar quinze dias para saber as novidades da sua amiga.
Paciência é esperar uma semana para chegar o novo fim de semana.
Paciência é esperar dias para ver alguém especial.
Paciência é esperar horas por alguém.
Paciência é esperar minutos (intermináveis) pelo ônibus.
Paciência é esperar... meses, semanas, dias, horas, minutos, segundos... por um abraço.
Paciência é esperar o dobro, por um beijo.
Paciência é esperar.
Paciência é amar.
O amor é paciente.
Ou eu sou uma paciente do amor?
E o que é esperar?? Senão ter esperança?
Esperar é insistir.
Esperar é querer.
Esperar é desejar.
Esperar é sonhar tornar a esperança realidade.
E eu espero, espero por "E".
("E" não possui relação alguma ao verdadeiro nome de "E". Estou apenas protegendo a minha privacidade... e a dele tbm.)
domingo, novembro 12, 2006
November!
November,
mês de mudanças, sempre
mês de assoprar velinhas,
mês de pensar na vida.
por enquanto tem sido bom,
tem me surpreendido,
me encantado.
------
Tive uma madrugada ótima. De um jeito diferente.
Calma, doce, amável, carinhosa...
Mesmo não tendo acabado com o famoso beijo dos finais felizes,
foi maravilhosa, inesquecível.
Reencontrei my heart... my peace.
Me senti bem, como há mto ñ sentia.
Em paz, segura, envolvida.
Querendo que o abraço ñ tivesse fim,
E que as mãos não se deixassem jamais.
But, I wish one kiss.
And I will await for he.
Because the love is patient.
And my heart enjoin me.
I listen this.
kisses for you "E"
("E" não possui relação alguma ao verdadeiro nome de "E". Estou apenas protegendo a minha privacidade... e a dele tbm.)
mês de mudanças, sempre
mês de assoprar velinhas,
mês de pensar na vida.
por enquanto tem sido bom,
tem me surpreendido,
me encantado.
------
Tive uma madrugada ótima. De um jeito diferente.
Calma, doce, amável, carinhosa...
Mesmo não tendo acabado com o famoso beijo dos finais felizes,
foi maravilhosa, inesquecível.
Reencontrei my heart... my peace.
Me senti bem, como há mto ñ sentia.
Em paz, segura, envolvida.
Querendo que o abraço ñ tivesse fim,
E que as mãos não se deixassem jamais.
But, I wish one kiss.
And I will await for he.
Because the love is patient.
And my heart enjoin me.
I listen this.
kisses for you "E"
("E" não possui relação alguma ao verdadeiro nome de "E". Estou apenas protegendo a minha privacidade... e a dele tbm.)
sábado, outubro 28, 2006
Outubro!
Agosto e Setembro foram meses de fim.
De pensar, penar
De sentir, ir
De lamentar, doar
De chorar, odiar
De parar.
De partir.
De sossegar.
De voltar a mim.
De buscar minha essência.
Outubro chegou e, embora não acreditasse,
trouxe flores, cores e novos amores.
Sim, estou amando.
Ou quase.
Estou em busca de um amor diferente de todos que amei.
Mais doce,
Mais meigo,
Mais gentil,
Mais modesto,
Mais querido,
Mais engraçado
e ao mesmo tempo silencioso, em paz.
Talvez o tempo dos turbilhões tenha passado, e tenha chegado, finalmente, a época das mares suaves.
Por enquanto, esse amor é só meu.
E vive apenas dentro de mim,
na esperança de tornar-se realidade.
Assim, espero. Desejo. Quero. Sonho. Vivo.
"E" te adoro!
("E" não possui relação alguma ao verdadeiro nome de "E". Estou apenas protegendo a minha privacidade... e a dele tbm.)
De pensar, penar
De sentir, ir
De lamentar, doar
De chorar, odiar
De parar.
De partir.
De sossegar.
De voltar a mim.
De buscar minha essência.
Outubro chegou e, embora não acreditasse,
trouxe flores, cores e novos amores.
Sim, estou amando.
Ou quase.
Estou em busca de um amor diferente de todos que amei.
Mais doce,
Mais meigo,
Mais gentil,
Mais modesto,
Mais querido,
Mais engraçado
e ao mesmo tempo silencioso, em paz.
Talvez o tempo dos turbilhões tenha passado, e tenha chegado, finalmente, a época das mares suaves.
Por enquanto, esse amor é só meu.
E vive apenas dentro de mim,
na esperança de tornar-se realidade.
Assim, espero. Desejo. Quero. Sonho. Vivo.
"E" te adoro!
("E" não possui relação alguma ao verdadeiro nome de "E". Estou apenas protegendo a minha privacidade... e a dele tbm.)
terça-feira, outubro 10, 2006
Setembro também foi-se...
Setembro escorregou por entre meus dedos... e não percebi.
O tempo parece correr cada vez mais depressa e eu cada vez mais devagar.
Uma antítese quase sem fim.
Algumas coisas parecem que nunca terão um "fim", outras a gente sente que vai acabar mas não sabe ao certo o dia, a hora, o mês... até que o segundo certo chega, e o final é irremediável.
Tem também algumas coisas que parecem ter acabado, mas estão apenas "dando um tempo" para recuperar o fôlego... ou então estão tendo o tempo certo pra pensar, pra pôr as idéias e sentimentos no lugar.
Em setembro, algumas coisas chegaram ao fim. Qual dos fins? Não sei. Alguns temporários, eu sei. Outros, provavelmente definitivos.
As vezes precisamos pôr fim em algumas situações para que novas possam surgir. E fiz isso. De uma maneira um tanto quanto diferente. Talvez a bebida correndo nas minhas veias tenha contribuido, mas estava completamente sã e, agora também, salva.
Pronta pra voar, livre... e sonhar.
O tempo parece correr cada vez mais depressa e eu cada vez mais devagar.
Uma antítese quase sem fim.
Algumas coisas parecem que nunca terão um "fim", outras a gente sente que vai acabar mas não sabe ao certo o dia, a hora, o mês... até que o segundo certo chega, e o final é irremediável.
Tem também algumas coisas que parecem ter acabado, mas estão apenas "dando um tempo" para recuperar o fôlego... ou então estão tendo o tempo certo pra pensar, pra pôr as idéias e sentimentos no lugar.
Em setembro, algumas coisas chegaram ao fim. Qual dos fins? Não sei. Alguns temporários, eu sei. Outros, provavelmente definitivos.
As vezes precisamos pôr fim em algumas situações para que novas possam surgir. E fiz isso. De uma maneira um tanto quanto diferente. Talvez a bebida correndo nas minhas veias tenha contribuido, mas estava completamente sã e, agora também, salva.
Pronta pra voar, livre... e sonhar.
quinta-feira, agosto 31, 2006
Agosto chega ao fim
Agosto chega ao fim.
neste ano, agosto não foi tão intenso quanto o do ano passado. Mas mesmo assim, não deixou de ser um mês louco. Louco no sentido de mudanças. De inicios e fins. De encontros e despedidas. De sorrisos e lágrimas. De dor e saudade. De alegria e angústia. De descobertas. De novos caminhos. De ouvir a voz que sussurrava baixinho no canto do ouvido dizendo "entrega tudo... te liberta". De solidão. De reflexão. Enfim, de paz.
E nada melhor pra terminar o post e o mês:
Reverência ao destino (Carlos Drummond de Andrade)
neste ano, agosto não foi tão intenso quanto o do ano passado. Mas mesmo assim, não deixou de ser um mês louco. Louco no sentido de mudanças. De inicios e fins. De encontros e despedidas. De sorrisos e lágrimas. De dor e saudade. De alegria e angústia. De descobertas. De novos caminhos. De ouvir a voz que sussurrava baixinho no canto do ouvido dizendo "entrega tudo... te liberta". De solidão. De reflexão. Enfim, de paz.
E nada melhor pra terminar o post e o mês:
Reverência ao destino (Carlos Drummond de Andrade)
Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.
Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso. E com confiança no que diz.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer. Ou ter coragem pra fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende. E é assim que perdemos pessoas especiais.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto. Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.
Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...
Difícil é dizer "adeus". Principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...
Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida. Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.
Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só. Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar. E aprender a dar valor somente a quem te ama.
Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência. Acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.
Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las. Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.
Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta. Ou querer entender a resposta.
Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.
Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma. Sinceramente, por inteiro.
Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.
Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém. Saber que se é realmente amado.
Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.
Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata.
sábado, agosto 19, 2006
I miss you!
I feel, but is forbid to feel
I dream, but is forbid to dream
I leave, but is forbid to leave
I cry, but is forbid to cry
Because... I had
I did
I bled
I knew
I let and I met myself.
But, I was fearful and I mistook my hearth.
Now I need forgive for myself.
I need to forget, but I know... it is unforgettable!
You was my life one day.
And I will be happy for this forever...
I dreamt one day, and you were my dream
My real dream.
Thank's you.
I dream, but is forbid to dream
I leave, but is forbid to leave
I cry, but is forbid to cry
Because... I had
I did
I bled
I knew
I let and I met myself.
But, I was fearful and I mistook my hearth.
Now I need forgive for myself.
I need to forget, but I know... it is unforgettable!
You was my life one day.
And I will be happy for this forever...
I dreamt one day, and you were my dream
My real dream.
Thank's you.
sexta-feira, agosto 11, 2006
sei lá...
as vezes eu tô meio sei lá...
as vezes eu sou meio sei lá...
sei lá, me entende? Já dizia o Patropi.
Mas, as vezes, sei lá...
sei lá se te entendo.
sei lá se me entendo.
sei lá se me conheço.
sei lá se durmo ou amanheço...
sei lá... essa nasceu assim, do nada
sem pretenção alguma, mas já pretendendo algo
algo? tudo ou nada...
tanto faz.
sei lá...
as vezes eu sou meio sei lá...
sei lá, me entende? Já dizia o Patropi.
Mas, as vezes, sei lá...
sei lá se te entendo.
sei lá se me entendo.
sei lá se me conheço.
sei lá se durmo ou amanheço...
sei lá... essa nasceu assim, do nada
sem pretenção alguma, mas já pretendendo algo
algo? tudo ou nada...
tanto faz.
sei lá...
quarta-feira, agosto 09, 2006
E que paixão não é absurda??
Um mês sem postar nada... não significa que nada de interessante tenha acontecido. Não significa que os terremotos emocionais deixaram de abalar meu coração de manteiga derretida. Nada disso. Muita coisa boa aconteceu. Muita coisa que merecia um comentário, nem que fosse uma linha publicada. Mas não publiquei. Sei lá, talvez fosse melhor guardar pra mim esses sentimentos, já que quase ngm me entende. Òh, vida! Tudo bem, sem dramas. Qualquer dia publico minha poesia de desespero escrita em inglês. Em inglês, pq não quero ser entendida por todos. Apenas por alguns. Òh, quanto drama!! No fundo não sei se quero ser entendida.... nem por mim mesma. Confusa? Complexa? Não. Afinal, eu sou SURREAL. ;-)
tá, só pra completar, a música que tem embalado minha mente ultimamente (rimou hehe)... que tem me feito lembrar do pretérito imperfeito e sonhar com dias melhores... e que diz tudo o que eu já pude sentir por alguém. Quem? não interessa. Talvez não apenas um, mas um mix de todas minhas absurdas paixões. E que paixão não é absurda??
antes que eu fale o que não deva, a música da Negra Li:
Você vai estar na minha (Negra Li)
Esse cara
Quem é esse homem que me consome
Nem sei seu nome ou número do telefone
Meu mundo para toda vez que ele passa
Eu perco a fala, mas no fundo eu acho graça
O suor corre frio
Eu sinto um arrepio
O coração disparou
Num segundo vai a mil
Falo e não me calo
Faço bem-me-quer
Eu jogo a moeda
E seja o que Deus quiser
Um dia eu vou estar á toa
E você estar na mira
Eu sei que você sabe
Que eu sei que você sabe
Que é difícil de dizer
O meu coração é um músculo involuntário
E ele pulsa por você
Um dia eu vou estar contigo
E você vai estar na minha
Esse cara (hum) que me consome
Nem sei seu nome ou número do telefone
Por ele me desfaço, não disfarço, não me acho
Eu não sou super-mulher, nem fui feita de aço
O suor corre frio
Eu sinto um arrepio
O coração disparou
Num segundo vai a mil
Falo e não me calo
Faço bem-me-quer
Eu jogo a moeda
E seja o que Deus quiser
Um dia eu vou estar á toa
E você estar na mira
Eu sei que você sabe
Que eu sei que você sabe
Que é difícil de dizer
O meu coração é um músculo involuntário
E ele pulsa por você
Um dia eu vou estar contigo
E você vai estar na minha
Que nego é esse?Que despertou meu interesse
Que nego é esse?Que eu to ganhando a vários meses
Que nego é esse?Não marco toca não dô blefe
Que nego é esse?Te pego qualquer dia desses
Um Deus de ébano, óS
ua ginga é o melhor
Ah, eu me sinto tão só
Desafio a gravidade o mundo gira gira á toa
Na certeza que um dia ficaremos numa boa, eu sei
Um dia eu vou estar á toa
E você estar na mira
Eu sei que você sabe
Que eu sei que você sabe
Que é difícil de dizer
O meu coração é um músculo involuntário
E ele pulsa por você
Um dia eu vou estar contigo
E você vai estar na minha
E se for atração
Eu não sei não
E se for paixão
Eu não sei não
Se for do coração
Eu não sei não
Eu tô que tô tomada pela emoção
O suor corre frio
Eu sinto um arrepio
O coração disparou
Num segundo vai a mil
Falo e não me calo
Faço bem-me-quer
Eu jogo a moeda
E seja o que Deus quiser
Um dia eu vou estar á toa
E você estar na mira
Eu sei que você sabe
Que eu sei que você sabe
Que é difícil de dizer
O meu coração é um músculo involuntário
E ele pulsa por você
Um dia eu vou estar contigo
E você vai estar na minha
----------- ;-)
tá, só pra completar, a música que tem embalado minha mente ultimamente (rimou hehe)... que tem me feito lembrar do pretérito imperfeito e sonhar com dias melhores... e que diz tudo o que eu já pude sentir por alguém. Quem? não interessa. Talvez não apenas um, mas um mix de todas minhas absurdas paixões. E que paixão não é absurda??
antes que eu fale o que não deva, a música da Negra Li:
Você vai estar na minha (Negra Li)
Esse cara
Quem é esse homem que me consome
Nem sei seu nome ou número do telefone
Meu mundo para toda vez que ele passa
Eu perco a fala, mas no fundo eu acho graça
O suor corre frio
Eu sinto um arrepio
O coração disparou
Num segundo vai a mil
Falo e não me calo
Faço bem-me-quer
Eu jogo a moeda
E seja o que Deus quiser
Um dia eu vou estar á toa
E você estar na mira
Eu sei que você sabe
Que eu sei que você sabe
Que é difícil de dizer
O meu coração é um músculo involuntário
E ele pulsa por você
Um dia eu vou estar contigo
E você vai estar na minha
Esse cara (hum) que me consome
Nem sei seu nome ou número do telefone
Por ele me desfaço, não disfarço, não me acho
Eu não sou super-mulher, nem fui feita de aço
O suor corre frio
Eu sinto um arrepio
O coração disparou
Num segundo vai a mil
Falo e não me calo
Faço bem-me-quer
Eu jogo a moeda
E seja o que Deus quiser
Um dia eu vou estar á toa
E você estar na mira
Eu sei que você sabe
Que eu sei que você sabe
Que é difícil de dizer
O meu coração é um músculo involuntário
E ele pulsa por você
Um dia eu vou estar contigo
E você vai estar na minha
Que nego é esse?Que despertou meu interesse
Que nego é esse?Que eu to ganhando a vários meses
Que nego é esse?Não marco toca não dô blefe
Que nego é esse?Te pego qualquer dia desses
Um Deus de ébano, óS
ua ginga é o melhor
Ah, eu me sinto tão só
Desafio a gravidade o mundo gira gira á toa
Na certeza que um dia ficaremos numa boa, eu sei
Um dia eu vou estar á toa
E você estar na mira
Eu sei que você sabe
Que eu sei que você sabe
Que é difícil de dizer
O meu coração é um músculo involuntário
E ele pulsa por você
Um dia eu vou estar contigo
E você vai estar na minha
E se for atração
Eu não sei não
E se for paixão
Eu não sei não
Se for do coração
Eu não sei não
Eu tô que tô tomada pela emoção
O suor corre frio
Eu sinto um arrepio
O coração disparou
Num segundo vai a mil
Falo e não me calo
Faço bem-me-quer
Eu jogo a moeda
E seja o que Deus quiser
Um dia eu vou estar á toa
E você estar na mira
Eu sei que você sabe
Que eu sei que você sabe
Que é difícil de dizer
O meu coração é um músculo involuntário
E ele pulsa por você
Um dia eu vou estar contigo
E você vai estar na minha
----------- ;-)
domingo, julho 09, 2006
Por quê? More than words
..
Porque quando está prestes a vencer o jogo, você desiste de tudo?
Porque você não luta até o fim?
Porque você não me encara de frente?
Tão perto! e você foge??
Porque você não briga comigo, me diz tudo que está sentindo?
Oras! eu não sou perfeita! eu não sou de manteiga!
Eu sou humana! sou feita de sentimentos, as vezes, contraditórios, eu sei. Mas sou flexível, sou adaptável, só quero que você prove ser capaz...
Capaz de ser você,
Capaz de não ficar dizendo apenas "sim",
Capaz de fazer e não apenas de dizer que um dia fará...
Capaz de me surpreender!
Eu te dei todas as chances, abri as janelas... mas você não pulou!
Te falei, em entrelinhas, o que eu queria. Quando você não entendia, eu fui o mais clara possível e você??? achou que era brincadeira minha? ou não levou a sério minhas necessidades?
Tudo aquilo que eu fazia e você dizia adorar... era o que eu queria pra mim tbm. Difícil? acho que não.
E agora? parte, assim, em silêncio. E te pergunto "Até quando?". Tu sabes que essa história vai voltar.. já voltou uma vez, e voltará outra...
O que eu preciso é um grão de areia. Pequeno mas indispensável. O mais complicado, difícil e inatingível você conseguiu... agora falta o grão de areia. Mas se você prefere terminar a história por aqui... a escolha é sua.
..
More than words (vc sabe que é pra vc)
Porque quando está prestes a vencer o jogo, você desiste de tudo?
Porque você não luta até o fim?
Porque você não me encara de frente?
Tão perto! e você foge??
Porque você não briga comigo, me diz tudo que está sentindo?
Oras! eu não sou perfeita! eu não sou de manteiga!
Eu sou humana! sou feita de sentimentos, as vezes, contraditórios, eu sei. Mas sou flexível, sou adaptável, só quero que você prove ser capaz...
Capaz de ser você,
Capaz de não ficar dizendo apenas "sim",
Capaz de fazer e não apenas de dizer que um dia fará...
Capaz de me surpreender!
Eu te dei todas as chances, abri as janelas... mas você não pulou!
Te falei, em entrelinhas, o que eu queria. Quando você não entendia, eu fui o mais clara possível e você??? achou que era brincadeira minha? ou não levou a sério minhas necessidades?
Tudo aquilo que eu fazia e você dizia adorar... era o que eu queria pra mim tbm. Difícil? acho que não.
E agora? parte, assim, em silêncio. E te pergunto "Até quando?". Tu sabes que essa história vai voltar.. já voltou uma vez, e voltará outra...
O que eu preciso é um grão de areia. Pequeno mas indispensável. O mais complicado, difícil e inatingível você conseguiu... agora falta o grão de areia. Mas se você prefere terminar a história por aqui... a escolha é sua.
..
More than words (vc sabe que é pra vc)
segunda-feira, junho 19, 2006
pra pensar...sonhos
"Como é fácil ser difícil! Basta ficar longe dos outros e, desta maneira, não vamos sofrer nunca. Não vamos correr os riscos do amor, das decepções, dos sonhos frustrados."
(Paulo Coelho, "Maktub")
"O primeiro sintoma de que estamos matando nossos sonhos é a falta de tempo. As pessoas mais ocupadas têm tempo para tudo. As que nada fazem estão sempre cansadas."
(Paulo Coelho, "Frases")
"O segundo sintoma da morte de nossos sonhos são nossas certezas. Porque não queremos olhar a vida como uma grande aventura a ser vivida, passamos a nos julgar sábios no pouco que pedimos da existência. E não percebemos a imensa Alegria que está no coração de quem está lutando."
(Paulo Coelho, "Frases")
"O terceiro sintoma da morte de nossos sonhos é a Paz. A vida passa a ser uma tarde de domingo, sem nos pedir grandes coisas, e sem exigir mais do que queremos dar."
(Paulo Coelho)
"Só uma coisa torna o sonho impossível: O medo de fracassar."
(Paulo Coelho)
(Paulo Coelho, "Maktub")
"O primeiro sintoma de que estamos matando nossos sonhos é a falta de tempo. As pessoas mais ocupadas têm tempo para tudo. As que nada fazem estão sempre cansadas."
(Paulo Coelho, "Frases")
"O segundo sintoma da morte de nossos sonhos são nossas certezas. Porque não queremos olhar a vida como uma grande aventura a ser vivida, passamos a nos julgar sábios no pouco que pedimos da existência. E não percebemos a imensa Alegria que está no coração de quem está lutando."
(Paulo Coelho, "Frases")
"O terceiro sintoma da morte de nossos sonhos é a Paz. A vida passa a ser uma tarde de domingo, sem nos pedir grandes coisas, e sem exigir mais do que queremos dar."
(Paulo Coelho)
"Só uma coisa torna o sonho impossível: O medo de fracassar."
(Paulo Coelho)
quarta-feira, junho 14, 2006
chega!
Ahhhh Ahhhh
Ahhh Ahhhh
Ahhhh Ahhh
Eu sempre quis fazer você feliz
Às vezes me deixava pra outra hora
Eu sempre quis falar o que eu sentia
Mas dessa vez foi o silêncio
Que falou por mim
Eu sempre me esforcei pra te incentivar
Tua falta de caminho me detinha a intenção
Eu sempre te deixei bem à vontade
Mas tua falta de vontade
Me desmotivou
Quer saber?
Já Foi
Vou cuidar
De mim
Quer saber?
Eu quero alguém pra dividir
Gostar de quem gosta de mim
Eu sempre acreditei muito em nós dois
Primeiro em você, depois em mim...
Éramos nós
Eu sempre quis fazer a minha parte
Mas você não faz mais parte
Da metade de nós dois
Yeah...E quanto vale o tempo todo que vivemos
Correndo atrás dos sonhos
Pra viver só de amor
E quanto a gente paga pelos sonhos que deixou?
---------------------------------------
sem comentários.
música do Jota Quest - Já Foi.
metade verdade, metade mentira
1/3 presente, 1/3 passado, 1/3 futuro
1/3 você, 1/3 outros, 1/3 eu.
e fim de papo.
Ahhh Ahhhh
Ahhhh Ahhh
Eu sempre quis fazer você feliz
Às vezes me deixava pra outra hora
Eu sempre quis falar o que eu sentia
Mas dessa vez foi o silêncio
Que falou por mim
Eu sempre me esforcei pra te incentivar
Tua falta de caminho me detinha a intenção
Eu sempre te deixei bem à vontade
Mas tua falta de vontade
Me desmotivou
Quer saber?
Já Foi
Vou cuidar
De mim
Quer saber?
Eu quero alguém pra dividir
Gostar de quem gosta de mim
Eu sempre acreditei muito em nós dois
Primeiro em você, depois em mim...
Éramos nós
Eu sempre quis fazer a minha parte
Mas você não faz mais parte
Da metade de nós dois
Yeah...E quanto vale o tempo todo que vivemos
Correndo atrás dos sonhos
Pra viver só de amor
E quanto a gente paga pelos sonhos que deixou?
---------------------------------------
sem comentários.
música do Jota Quest - Já Foi.
metade verdade, metade mentira
1/3 presente, 1/3 passado, 1/3 futuro
1/3 você, 1/3 outros, 1/3 eu.
e fim de papo.
sexta-feira, junho 02, 2006
Um Conto - cap. I
Menina Luz, não conhecia a noite. Sempre ouvira falar nela, mas nunca haviam sido apresentadas. Até que numa data de fevereiro, Menina Luz saiu com a Menina Alternativa para verem uns meninos cantarem. Era noite. Chovia.
Menina Luz achava tudo muito estranho naquele lugar. As pessoas, a música alta, a fumaça no ar... mas gostou de ver gente diferente, gostou do efeito que a bebida causava, amortecendo seus ouvidos daquele som ensurdecedor.
A Menina Alternativa já estava enturmada e Menina Luz esforçava-se para ser simpática com o Cara Estranho, que falava coisas que ela não entendia (ou não queria entender?). Por algum motivo sentia que todos queriam que Menina Luz se entendesse com o Cara Estranho. Numa tentativa de fuga daquele desejo, que não era dela, seus olhos encontraram outros olhos.
Menina Luz encontrara Cabelos de Sol, Olhos de Céu.
Inexplicavelmente, Menina Luz não conseguia mais prestar atenção em nada só em Cabelos de Sol, Olhos de Céu. Ele também começou a olhar incessantemente para ela. O Cara Estranho continuava a lhe falar coisas ao ouvido, mas ela sorria para Cabelos de Sol, Olhos de Céu e ele sorria de volta, divertia-se com a situação.
E a noite prosseguia. As horas seguiam.
Até que Menina Alternativa resolveu ir embora. Menina Luz aceitou prontamente, pois já tinha cansado do papo do Cara Estranho.
Quando saíram do recinto, Menina Luz encontrou Cabelos de Sol, Olhos de Céu a sua espera. Ele apenas a olhou mais uma vez profundamente e pode-se ouvir sua voz, num singelo"Oi". Pegou-a pela mão e beijou-a como se fossem amantes, há muito tempo distantes um do outro.
Cabelos de Sol, Olhos de Céu levou Menina Luz para as alturas. Levou-a até o céu. E como a Lua ainda estava no firmamento, puderam ver as estrelas, acima das nuvens da chuva.
Menina Luz estava deslumbrada. Nunca havia visto as estrelas tão de perto e na sua primeira excursão pela noite com Menina Alternativa já tinha descoberto tantas coisas belas. Antes Menina Luz conhecia apenas o dia, com o céu azul, as nuvens brancas e o sol. Agora conhecia a misteriosa noite e suas estrelas.
No dia seguinte, Menina Luz tentava entender a força daquele beijo. A única explicação que encontrou foi que realmente eles já se conheciam. Ela era da Luz e ele vinha do céu, trazia em seus cabelos os raios do Sol e nos seus olhos aquele azul celeste que ela admirava todos os dias.
Agora, já passaram mais de três meses desde que Cabelos de Sol, Olhos de Céu apareceu na vida da Menina Luz...
Menina Luz achava tudo muito estranho naquele lugar. As pessoas, a música alta, a fumaça no ar... mas gostou de ver gente diferente, gostou do efeito que a bebida causava, amortecendo seus ouvidos daquele som ensurdecedor.
A Menina Alternativa já estava enturmada e Menina Luz esforçava-se para ser simpática com o Cara Estranho, que falava coisas que ela não entendia (ou não queria entender?). Por algum motivo sentia que todos queriam que Menina Luz se entendesse com o Cara Estranho. Numa tentativa de fuga daquele desejo, que não era dela, seus olhos encontraram outros olhos.
Menina Luz encontrara Cabelos de Sol, Olhos de Céu.
Inexplicavelmente, Menina Luz não conseguia mais prestar atenção em nada só em Cabelos de Sol, Olhos de Céu. Ele também começou a olhar incessantemente para ela. O Cara Estranho continuava a lhe falar coisas ao ouvido, mas ela sorria para Cabelos de Sol, Olhos de Céu e ele sorria de volta, divertia-se com a situação.
E a noite prosseguia. As horas seguiam.
Até que Menina Alternativa resolveu ir embora. Menina Luz aceitou prontamente, pois já tinha cansado do papo do Cara Estranho.
Quando saíram do recinto, Menina Luz encontrou Cabelos de Sol, Olhos de Céu a sua espera. Ele apenas a olhou mais uma vez profundamente e pode-se ouvir sua voz, num singelo"Oi". Pegou-a pela mão e beijou-a como se fossem amantes, há muito tempo distantes um do outro.
Cabelos de Sol, Olhos de Céu levou Menina Luz para as alturas. Levou-a até o céu. E como a Lua ainda estava no firmamento, puderam ver as estrelas, acima das nuvens da chuva.
Menina Luz estava deslumbrada. Nunca havia visto as estrelas tão de perto e na sua primeira excursão pela noite com Menina Alternativa já tinha descoberto tantas coisas belas. Antes Menina Luz conhecia apenas o dia, com o céu azul, as nuvens brancas e o sol. Agora conhecia a misteriosa noite e suas estrelas.
No dia seguinte, Menina Luz tentava entender a força daquele beijo. A única explicação que encontrou foi que realmente eles já se conheciam. Ela era da Luz e ele vinha do céu, trazia em seus cabelos os raios do Sol e nos seus olhos aquele azul celeste que ela admirava todos os dias.
Agora, já passaram mais de três meses desde que Cabelos de Sol, Olhos de Céu apareceu na vida da Menina Luz...
quinta-feira, maio 18, 2006
paixões
tenho medo de me apaixonar
pq as paixões sempre acabam nos machucando,
mesmo quando tudo parece certo...
mesmo quando tudo parece perfeito...
pq sempre haverá uma ferida,
recente ou passada,
pronta pra ser cutucada, aberta
na mais boba discusão
tenho medo de me apaixonar
de me perder
e não encontrar
o caminho de volta
mas, por outro lado
do que seria o mundo
sem as paixões??
Voltaire, já dizia:
"As paixões são como ventanias que enfurnam as velas dos navios, fazendo-os navegar;
outras vezes podem fazê-los naufragar, mas se não fossem elas, não haveriam viagens nem aventuras, nem novas descobertas. "
então, viva ao pensador...
viva as paixões,
que rendem novos caminhos,
novas histórias,
novas descobertas!
pq as paixões sempre acabam nos machucando,
mesmo quando tudo parece certo...
mesmo quando tudo parece perfeito...
pq sempre haverá uma ferida,
recente ou passada,
pronta pra ser cutucada, aberta
na mais boba discusão
tenho medo de me apaixonar
de me perder
e não encontrar
o caminho de volta
mas, por outro lado
do que seria o mundo
sem as paixões??
Voltaire, já dizia:
"As paixões são como ventanias que enfurnam as velas dos navios, fazendo-os navegar;
outras vezes podem fazê-los naufragar, mas se não fossem elas, não haveriam viagens nem aventuras, nem novas descobertas. "
então, viva ao pensador...
viva as paixões,
que rendem novos caminhos,
novas histórias,
novas descobertas!
sexta-feira, abril 28, 2006
ao SOL!
Nunca olhei pros lados
pra não perder a direção...
Até que... numa noite, após a chuva me abençoar
Resolvi olhar pro lado,
Tentando encontrar outro caminho
Encontrei um menino
Que tentava me convecer
A trocar um pouco de carinho
Mas eu continuava ali
A sentir meus passos
Na marcha cega
Minha resposta podia ser Não,
mas... resolvi olhar
mais uma vez, naqueles olhos
cor de sol
e senti que aquele era o caminho a seguir
Podia nem sentir meus passos,
o sol me guiaria
pelas nuvens
Deixei o sol bater no meu rosto,
no meu corpo,
no meu beijo...
Deixei o desgosto pra lá
Deixei o sol bater na cara,
e esqueci tudo que me fazia mal...
E AGORA?!
CADÊ MEU SOL?????
meu dia nublou...
pra não perder a direção...
Até que... numa noite, após a chuva me abençoar
Resolvi olhar pro lado,
Tentando encontrar outro caminho
Encontrei um menino
Que tentava me convecer
A trocar um pouco de carinho
Mas eu continuava ali
A sentir meus passos
Na marcha cega
Minha resposta podia ser Não,
mas... resolvi olhar
mais uma vez, naqueles olhos
cor de sol
e senti que aquele era o caminho a seguir
Podia nem sentir meus passos,
o sol me guiaria
pelas nuvens
Deixei o sol bater no meu rosto,
no meu corpo,
no meu beijo...
Deixei o desgosto pra lá
Deixei o sol bater na cara,
e esqueci tudo que me fazia mal...
E AGORA?!
CADÊ MEU SOL?????
meu dia nublou...
terça-feira, abril 11, 2006
condição! dia de cão!
CONDIÇÃO (Lulu Santos)
Eu não sou diferente de ninguém
Quase todo mundo faz assim
Eu me viro bem melhor
Quando tá mais pra bom que pra ruim
Não quero causar impacto
Nem tampouco sensação
O que eu digo é muito exato
E o que cabe na canção
Qualquer um que ouve entende
Não precisa explicação
E se for pensar um pouco
Vai me dar toda razão
A senhora, a senhorita e também o cidadão
Todo mundo que se preza
Nega fogo não
Eu não sei viver sem ter carinho
É a minha condição
Eu não sei viver triste e sozinho
É a minha condição
Eu não sei viver preso ou fugindo
---------
O dia de ontem estava muito bom.
Até que por um acaso uma idéia surgiu na minha cabeça. E um desejo começou a crescer dentro de mim.. cada vez mais e mais. Já tinha planejado tudo. Era só o destino me ajudar e eu estar livre no horário que imaginei.
E aconteceu. Por volta das 17:30 já havia cumprido meus compromissos e ainda restava tempo para tentar colocar minha idéia na esfera da realidade. Alguns minutos depois, lá estava eu, com o dedo indicador na campainha do apto.
Logo, ele atendeu a porta.
Nos abraçamos. Eu imaginara um abraço mais caloroso, o que me deixou um pouco distante. Mas a conversa seguiu boa.
Até que... o desejo foi crescendo dentro de mim, mas ele continuava firme, na dele. E ouvi um não. Já esperava por esse "não". Ele não me surpreendeu.
Nos despedimos, cada um seguiu seu caminho. Agora, apenas amigos.
Ao chegar na ponte, olhei mais uma vez pro local de tantos encontros no passado. E repeti em voz alta aquilo que minha intuição já dizia, mas eu relutava em ouvir: "ACABOU! Foi bom enquanto durou" e como dizia o Cidadão "foi pouco tempo, mas valeu... vivi cada segundo".
E segui firme. Cabeça erguida, enfim, resolvida, decidida a trilhar novos caminhos.
Já tinha até um caminho em mente... um caminho que conheci um tempo atrás e me ajudou e muito a ouvir esse "NÃO".. que me fez crescer como pessoa, evoluir, pensar, descobrir a mim mesma... e blá blá blá mas... algumas horas depois, na internet, deparei-me com uma BOMBA! meu novo caminho, ao que tudo indicava, não está mais livre!
Haaaaaa nesse momento, as borboletas começaram a voar dentro do meu estômago. Como a muito não voavam. Voltas e voltas. Toda vez que chego perto de comida, as malvadas levantam vôo e fazem uma reviravolta aqui dentro.
Comportamento típico de quem está apaixonado. E isso me surpreendeu terrivelmente. De repente a aventura do passado tomou proporções gigantescas. Já não cabia mais dentro de mim. E as borboletas lutando pra sair; e eu as segurando.
Aí bateu o arrependimento. E a frase roubada do Blog do Velho da Montanha caiu como uma luva pra mim "é melhor nos arrependermos do que fizemos do que passar a vida pensando em como teria sido se tivéssemos tentado".
Não me arrependo de ter ido atrás de quem eu gosto. De ter feito uma pergunta, ter insistido e ouvido um sonoro "Não. Melhor não... isso só vai piorar as coisas".
Mas por outro lado, me arrependo de ter deixado aquele outro "caminho" tanto tempo no silêncio. Tanto tempo e nem dei sinal de vida. Quando reapareci, já era tarde.
Mas esse tempo foi necessário, pra pôr em ordem meus sentimentos, meus pensamentos... O tal "caminho" é arriscado, envolvente, rápido, misterioso, estimulante... excitante... muito excitante.
E as borboletas continuam aqui. Pq? Porque descobri que eu não sei viver sem ter carinho. Eu não sei viver triste e sozinho. Eu não sei viver sem a esperança de ter ao meu lado alguém que me faça ver as estrelas... alguém que me faça sorrir sem motivos, alguém que me cative, me complete... e de certa forma, me domine.
Eu não sou diferente de ninguém
Quase todo mundo faz assim
Eu me viro bem melhor
Quando tá mais pra bom que pra ruim
Não quero causar impacto
Nem tampouco sensação
O que eu digo é muito exato
E o que cabe na canção
Qualquer um que ouve entende
Não precisa explicação
E se for pensar um pouco
Vai me dar toda razão
A senhora, a senhorita e também o cidadão
Todo mundo que se preza
Nega fogo não
Eu não sei viver sem ter carinho
É a minha condição
Eu não sei viver triste e sozinho
É a minha condição
Eu não sei viver preso ou fugindo
---------
O dia de ontem estava muito bom.
Até que por um acaso uma idéia surgiu na minha cabeça. E um desejo começou a crescer dentro de mim.. cada vez mais e mais. Já tinha planejado tudo. Era só o destino me ajudar e eu estar livre no horário que imaginei.
E aconteceu. Por volta das 17:30 já havia cumprido meus compromissos e ainda restava tempo para tentar colocar minha idéia na esfera da realidade. Alguns minutos depois, lá estava eu, com o dedo indicador na campainha do apto.
Logo, ele atendeu a porta.
Nos abraçamos. Eu imaginara um abraço mais caloroso, o que me deixou um pouco distante. Mas a conversa seguiu boa.
Até que... o desejo foi crescendo dentro de mim, mas ele continuava firme, na dele. E ouvi um não. Já esperava por esse "não". Ele não me surpreendeu.
Nos despedimos, cada um seguiu seu caminho. Agora, apenas amigos.
Ao chegar na ponte, olhei mais uma vez pro local de tantos encontros no passado. E repeti em voz alta aquilo que minha intuição já dizia, mas eu relutava em ouvir: "ACABOU! Foi bom enquanto durou" e como dizia o Cidadão "foi pouco tempo, mas valeu... vivi cada segundo".
E segui firme. Cabeça erguida, enfim, resolvida, decidida a trilhar novos caminhos.
Já tinha até um caminho em mente... um caminho que conheci um tempo atrás e me ajudou e muito a ouvir esse "NÃO".. que me fez crescer como pessoa, evoluir, pensar, descobrir a mim mesma... e blá blá blá mas... algumas horas depois, na internet, deparei-me com uma BOMBA! meu novo caminho, ao que tudo indicava, não está mais livre!
Haaaaaa nesse momento, as borboletas começaram a voar dentro do meu estômago. Como a muito não voavam. Voltas e voltas. Toda vez que chego perto de comida, as malvadas levantam vôo e fazem uma reviravolta aqui dentro.
Comportamento típico de quem está apaixonado. E isso me surpreendeu terrivelmente. De repente a aventura do passado tomou proporções gigantescas. Já não cabia mais dentro de mim. E as borboletas lutando pra sair; e eu as segurando.
Aí bateu o arrependimento. E a frase roubada do Blog do Velho da Montanha caiu como uma luva pra mim "é melhor nos arrependermos do que fizemos do que passar a vida pensando em como teria sido se tivéssemos tentado".
Não me arrependo de ter ido atrás de quem eu gosto. De ter feito uma pergunta, ter insistido e ouvido um sonoro "Não. Melhor não... isso só vai piorar as coisas".
Mas por outro lado, me arrependo de ter deixado aquele outro "caminho" tanto tempo no silêncio. Tanto tempo e nem dei sinal de vida. Quando reapareci, já era tarde.
Mas esse tempo foi necessário, pra pôr em ordem meus sentimentos, meus pensamentos... O tal "caminho" é arriscado, envolvente, rápido, misterioso, estimulante... excitante... muito excitante.
E as borboletas continuam aqui. Pq? Porque descobri que eu não sei viver sem ter carinho. Eu não sei viver triste e sozinho. Eu não sei viver sem a esperança de ter ao meu lado alguém que me faça ver as estrelas... alguém que me faça sorrir sem motivos, alguém que me cative, me complete... e de certa forma, me domine.
terça-feira, março 28, 2006
uhhhhhhhhhh
as vezes tenho raiva de mim
raiva por ainda gostar de ti
por ainda chorar ao ouvir aquela música
por te querer
aqui
do meu lado
no meu abraço
na minha boca
no meu corpo...
pq vc ñ vem pra cá???
raiva por ainda gostar de ti
por ainda chorar ao ouvir aquela música
por te querer
aqui
do meu lado
no meu abraço
na minha boca
no meu corpo...
pq vc ñ vem pra cá???
domingo, março 12, 2006
desabafos
Se eu pudesse bater em alguém agora, eu bateria.
Se eu pudesse perguntar todos os porques que estão intalados na minha garganta, eu perguntaria.
Se eu pudesse prensar alguém contra a parede agora, eu prensaria.
Se eu pudesse entender o que se passa na cabeça do MUNDO, eu agradeceria.
Agradeceria, talvez, com o corpo e a alma. Talvez só com o pensamento.
Eu pensaria menos, em alguém que a cada dia me faz acreditar que não há volta.
Eu entenderia o significado do "ontem já passou" e do "hoje não pode ser ontem".
Eu deixaria de sentir ciúmes.
Eu odeio sentir ciúmes de quem não faz nada pra me merecer. Mas sinto.
Sinto ciúmes pq estou insegura.
O ciúme traz sentimentos ruins, posse e raiva.
Eu não sentia ciúmes no passado e era feliz.
Não que hj eu seja triste. Apenas estou triste. Estou só.
Eu quis me envolver. Eu quis me entregar.
Você não aceitou. Você preferiu fugir. Acabar.
Mas eu já tinha me apegado demais.
Foram muitas horas. Muitos dias...
Mtos toques, e-mails...
Muita partilha.
E eu me acostumei a te ter do meu lado.
E agora procuro uma forma de liberdade.
Já trilhei outros caminhos, descobri novos horizontes...
Vi o céu estrelado. Senti o cheiro da noite...
Não me arrependo.
Mas descobri que existe algo inacabado. Pelo menos pra mim.
E enquanto o inacabado não acabar... provavelmente estarei ainda ligada a ti.
E espero.
Espero que algum dia tudo acabe.
Para que possamos seguir nossos caminhos em paz.
Ou para trilharmos juntos uma mesma história com final feliz, caso esse seja o destino.
Não quero arrastar correntes por tua causa.
Quero fechar o círculo que se abriu quando te conheci.
Quero te esquecer como amante.
Quero te lembrar como amigo. Como uma boa história.
Quero um novo amor.
Que me ame.
Que me conquiste.
Que eu me sinta novamente segura, sem o sentimento de posse.
Que eu sorria ao ver a chuva.
Que eu abra os olhos e veja a beleza ao meu redor.
Que eu sinta...
Que eu deseje...
Que eu conquiste uma nova vida.
.....
....
...
..
.
Se eu pudesse perguntar todos os porques que estão intalados na minha garganta, eu perguntaria.
Se eu pudesse prensar alguém contra a parede agora, eu prensaria.
Se eu pudesse entender o que se passa na cabeça do MUNDO, eu agradeceria.
Agradeceria, talvez, com o corpo e a alma. Talvez só com o pensamento.
Eu pensaria menos, em alguém que a cada dia me faz acreditar que não há volta.
Eu entenderia o significado do "ontem já passou" e do "hoje não pode ser ontem".
Eu deixaria de sentir ciúmes.
Eu odeio sentir ciúmes de quem não faz nada pra me merecer. Mas sinto.
Sinto ciúmes pq estou insegura.
O ciúme traz sentimentos ruins, posse e raiva.
Eu não sentia ciúmes no passado e era feliz.
Não que hj eu seja triste. Apenas estou triste. Estou só.
Eu quis me envolver. Eu quis me entregar.
Você não aceitou. Você preferiu fugir. Acabar.
Mas eu já tinha me apegado demais.
Foram muitas horas. Muitos dias...
Mtos toques, e-mails...
Muita partilha.
E eu me acostumei a te ter do meu lado.
E agora procuro uma forma de liberdade.
Já trilhei outros caminhos, descobri novos horizontes...
Vi o céu estrelado. Senti o cheiro da noite...
Não me arrependo.
Mas descobri que existe algo inacabado. Pelo menos pra mim.
E enquanto o inacabado não acabar... provavelmente estarei ainda ligada a ti.
E espero.
Espero que algum dia tudo acabe.
Para que possamos seguir nossos caminhos em paz.
Ou para trilharmos juntos uma mesma história com final feliz, caso esse seja o destino.
Não quero arrastar correntes por tua causa.
Quero fechar o círculo que se abriu quando te conheci.
Quero te esquecer como amante.
Quero te lembrar como amigo. Como uma boa história.
Quero um novo amor.
Que me ame.
Que me conquiste.
Que eu me sinta novamente segura, sem o sentimento de posse.
Que eu sorria ao ver a chuva.
Que eu abra os olhos e veja a beleza ao meu redor.
Que eu sinta...
Que eu deseje...
Que eu conquiste uma nova vida.
.....
....
...
..
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quarta-feira, março 08, 2006
idéias soltas, mas com alguma coisa em comum
Algumas histórias acabam sem começar;
Outras começam, justamente, para acabar.
Pior que a dor de não ter, é a de não ter +
Prefiro a dor de não poder mais te tocar,
do que de nunca ter te tocado.
Mais triste que lembrar de ti,
é saber que só me resta, lembrar.
Outras começam, justamente, para acabar.
Pior que a dor de não ter, é a de não ter +
Prefiro a dor de não poder mais te tocar,
do que de nunca ter te tocado.
Mais triste que lembrar de ti,
é saber que só me resta, lembrar.
why?
Why?
Por quê????
Por que amamos alguém? ou pensamos que amamos?
Por que fazemos coisas sem pensar?
Por que agimos por instintos?
Por que somos egoístas e queremos alguém só pra nós?
Por que desejamos?
Por que nos apaixonamos?
Por que sofremos com amores mal resolvidos?
Por que as relações acabam?
Por que esperamos algo que nunca virá?
Por que não entedemos o outro?
Por que sentimos falta de alguém?
Por que tentamos esquecer alguém com outro alguém?
Por que o amor é passageiro para alguns?
Por que queremos alguém que não nos quer?
Por que imagino loucuras a respeito de nós dois?
Por que quero perder meu tempo com você???
Por que acordo e durmo pensando em você???
Por que ainda te amo??
Because...
tentei preencher uma lacuna,
e descobri que só você poderá preenche-lá.
Só você poderá acabar o que ficou inacabado entre a gente...
Só você...
e mais ninguém.
Por quê????
Por que amamos alguém? ou pensamos que amamos?
Por que fazemos coisas sem pensar?
Por que agimos por instintos?
Por que somos egoístas e queremos alguém só pra nós?
Por que desejamos?
Por que nos apaixonamos?
Por que sofremos com amores mal resolvidos?
Por que as relações acabam?
Por que esperamos algo que nunca virá?
Por que não entedemos o outro?
Por que sentimos falta de alguém?
Por que tentamos esquecer alguém com outro alguém?
Por que o amor é passageiro para alguns?
Por que queremos alguém que não nos quer?
Por que imagino loucuras a respeito de nós dois?
Por que quero perder meu tempo com você???
Por que acordo e durmo pensando em você???
Por que ainda te amo??
Because...
tentei preencher uma lacuna,
e descobri que só você poderá preenche-lá.
Só você poderá acabar o que ficou inacabado entre a gente...
Só você...
e mais ninguém.
terça-feira, fevereiro 28, 2006
Sem explicação
O texto a seguir foi escrito em abril de 2004. Achei que se encaixava, novamente, porém em partes, no momento pessoal que estou vivendo... e que muitas pessoas, se não todas, passam ou já passaram alguma vez na vida. E aí está.
Sem explicação.
Amar, amar, amar...amamos sem saber o porquê, amamos simplesmente por amar. Amamos o fim de semana, o domingo ensolarado. Amamos chocolate e também sorvete de chocolate. Amamos quando chove no inverno e estamos no sofá enrolados num edredom assistindo um bom filme. Amamos ver um beija-flor namorando no jardim. Amamos o “muito obrigado”, o “até logo” seguido de um abraço (ou de um beijo). Amamos nossos amigos verdadeiros e as vezes os amigos de nossos amigos também.
Sem explicação.
Amar, amar, amar...amamos sem saber o porquê, amamos simplesmente por amar. Amamos o fim de semana, o domingo ensolarado. Amamos chocolate e também sorvete de chocolate. Amamos quando chove no inverno e estamos no sofá enrolados num edredom assistindo um bom filme. Amamos ver um beija-flor namorando no jardim. Amamos o “muito obrigado”, o “até logo” seguido de um abraço (ou de um beijo). Amamos nossos amigos verdadeiros e as vezes os amigos de nossos amigos também.
Até aí, amamos sem saber ou ao menos sem nos importar com porquês. Amamos simplesmente por amar. Gostamos de chocolate e pronto. Nos maravilhamos com o espetáculo do nascer e do pôr do sol e pronto. Ninguém se preocupa em buscar explicações para isso. No máximo, enumera-se uma série de predicados para tentar explicar, se necessário, esses amores. Ama-se, por exemplo, um amigo porque ele entende, partilha momentos, brinca e até briga conosco se preciso for. E está tudo resolvido, afinal ele é amigo, gostamos dele assim e pronto.
Mas a partir do momento em que passamos a amar de “outra maneira”, amar no sentido mais sexual da palavra, parece surgir a necessidade de explicar alguma coisa para nós mesmos. E assim, na hora em que aquele sujeito a sua frente afirma amá-la apenas como amiga, tudo muda. Parece ser o fim de tudo, o fim do mundo.
A razão pela qual você o deseja de corpo e alma, e ele deseja a você apenas o bem, torna-se sua mais urgente busca. O porquê desse desencontro de sentimentos ganha prioridade máxima na lista de questões pendentes.
Exteriormente, pode disfarçar um sorriso, dizer que está tudo bem, mas sabe que seu interior profundo está fechado, temporariamente, para reformas. O mundo a sua volta perde importância, o olhar busca alguma pista no infinito e a mente divaga entre passado, hipóteses, presente e imagina o futuro.
E a busca do porquê ocorre como em dia de faxina: esvazia os armários, revira as gavetas da memória. Retira o pó de cada livro da estante e folheia-os, tomando o cuidado para as lágrimas não destruírem, cada página que ele ajudou a escrever. Revive os momentos felizes, nas velhas fotos. Re-lê as cartas, os bilhetes, os velhos e-mails, os cartões de natal, aniversário... encontra paz, mergulha no seu mundo sentimental.
Avalia tudo que está à sua frente e põe no lixo as mesquinharias, as falsidades, as tristezas. Guarda tudo que faz bem, reconstrói seu eu, evolui como pessoa. Agora é mais forte, sobreviveu ao terremoto chamado amor. E ainda descobre que é amada.
Talvez não da maneira que gostaria, mas é amada. Possuí um amor de amigo. Um amigo a ama como amiga e isso é melhor que nada, é melhor que a indiferença de tantas outras relações.
Escreve, por fim, mais uma parte do livro da história de sua vida, aquela que diz: ama-se sem saber o porquê, o amor é realmente inexplicável. E entende que sentimentos são feitos para sentir, não para explicar através de meios racionais. Se amo por amar, amo por amar e ponto final.
sábado, fevereiro 18, 2006
nomes BEM próprios
Nomes interessantes, marcam.
Idéias criativas, marcam.
Slogans totalmente ligados ao produto, marcam.
Na minha nem tão recente visita ao estado vizinho, 2 nomes de estabelecimentos marcaram na minha mente. Achei-os criativos e bem humorados. Bem entrelaçados com seu propósito. Queira eu, ter um dia, uma idéia semelhante a uma destas... achei D+.
A primeira que menciono é de uma champanharia. Sim, champanharia. Se existe sorveteria para sorvetes, choperia para os chops e cervajaria para as cevas, por que não uma champanharia para champanhe?? Pois é, existe. Eu vivendo na "colônia" nunca tinha pensado nisso. Mas alguém pensou. Lógico, é coisa pra gente "chi", pra quem no final do ano não toma uma cidra, achando que é o tal. Não que eu tome cidra... hehehe Mas deixando isso de lado, vamos ao que interessa: o nome!! A champanharia chama-se "Amnésia". Nome mais próprio que este, não tem.
O segundo lugar de destaque é de um motel. Motel de beira de estrada existe aos pampas, mas com um slogam tão bom... acho difícil. O nome do recinto é "Dallas". A logomarca, simples, era um desenho de um chapéu e uma bota de camboy, daqueles bem dos filmes norte-americanos, bem aquela coisa "rodeio", sabe?? E o slogan?? "Sem rodeios" perfeito!!! hehehe "Dallas Motel - sem rodeios" que coisa mais criativa!!! bem humorada, sutil, intensional.... e tal.
Idéias criativas, marcam.
Slogans totalmente ligados ao produto, marcam.
Na minha nem tão recente visita ao estado vizinho, 2 nomes de estabelecimentos marcaram na minha mente. Achei-os criativos e bem humorados. Bem entrelaçados com seu propósito. Queira eu, ter um dia, uma idéia semelhante a uma destas... achei D+.
A primeira que menciono é de uma champanharia. Sim, champanharia. Se existe sorveteria para sorvetes, choperia para os chops e cervajaria para as cevas, por que não uma champanharia para champanhe?? Pois é, existe. Eu vivendo na "colônia" nunca tinha pensado nisso. Mas alguém pensou. Lógico, é coisa pra gente "chi", pra quem no final do ano não toma uma cidra, achando que é o tal. Não que eu tome cidra... hehehe Mas deixando isso de lado, vamos ao que interessa: o nome!! A champanharia chama-se "Amnésia". Nome mais próprio que este, não tem.
O segundo lugar de destaque é de um motel. Motel de beira de estrada existe aos pampas, mas com um slogam tão bom... acho difícil. O nome do recinto é "Dallas". A logomarca, simples, era um desenho de um chapéu e uma bota de camboy, daqueles bem dos filmes norte-americanos, bem aquela coisa "rodeio", sabe?? E o slogan?? "Sem rodeios" perfeito!!! hehehe "Dallas Motel - sem rodeios" que coisa mais criativa!!! bem humorada, sutil, intensional.... e tal.
quarta-feira, fevereiro 08, 2006
Pedaços
Estou em pedaços.
Coração partido em mil pedacinhos.
Cada pedacinho guarda uma lembrança.
Uma lembrança.
Uma saudade.
De um dia.
De uma tarde.
De uma música.
De uma dança.
De uma palavra.
De um abraço.
De um sorriso.
De um gosto.
De uma sensação.
De um cheiro.
De um impulso.
De um desejo.
De um beijo.
De alguém.
Alguém que vive aqui, dentro de mim.
Num pedacinho do coração quebrado.
E num todo da minha mente.
Vontade de chorar.
Vontade de correr.
Vontade de buscar.
Desejo de mudar o destino.
De tirar outras cartas no tarot da vida.
Mas...
sempre existe um "mas".
Coração partido em mil pedacinhos.
Cada pedacinho guarda uma lembrança.
Uma lembrança.
Uma saudade.
De um dia.
De uma tarde.
De uma música.
De uma dança.
De uma palavra.
De um abraço.
De um sorriso.
De um gosto.
De uma sensação.
De um cheiro.
De um impulso.
De um desejo.
De um beijo.
De alguém.
Alguém que vive aqui, dentro de mim.
Num pedacinho do coração quebrado.
E num todo da minha mente.
Vontade de chorar.
Vontade de correr.
Vontade de buscar.
Desejo de mudar o destino.
De tirar outras cartas no tarot da vida.
Mas...
sempre existe um "mas".
sexta-feira, janeiro 20, 2006
Sabonetes!
Ir ao supermercado fazer compras pode ser bastante inspirador, surpreendente e divertido. Sim! podem achar que isso é um típico comportamento feminino e consumista... mas não falo disso. Não estou me referindo ao ato de comprar, comprar, comprar, gastar e gastar. Falo dos milhares de produtos epalhados pelas gôndolas do super. E entre um e outro, sempre surge uma "novidade".
"Novidade" entre aspas, pois, geralmente, o que vemos, a um palmo do nosso nariz e ao alcance das mãos, é uma espécie de nova roupagem ou qualificação dos produtos. Antigamente, e nem tão antigamente assim, sabonete servia para limpar a pele. Todos eram iguais, mesma fórmula e mesma função. Depois vieram as cores, os aromas, os ingredientes... e até novas utilidades. Um limpa, outro tonifica, aquele hidrata... tem até sabonete especial para peles sensíveis, acneicas ou negras. Uma verdadeira revolução! Seja qual for sua pele, pode ter certeza que existe um sabonete feito especialmente para ela. E ainda pode escolher a marca! E não sai caro.
Não bastasse as mil variedades enfocando o tipo de pele e os cuidados que a mesma necessita, surgem agora sabonetes que cuidam do emocional daquele que se higieniza com ele. Isso mesmo! os sabonetes não vendem mais apenas higiene, mas bem estar e auto confiança. Exagero? Creio que não. Uma análise rápida de antigos anúncios de sabonetes revela que já utilizavam a "beleza" ou "o embelezar" como mote publicitário.

Os sabonetes Gessy foram lançados em 1946.

LUX foi o primeiro sabonete popular, lançado em 1924 nos EUA. Sempre inovando, o Lux é atualmente comercializado em mais de 100 países e líder de mercado no Brasil, na Arábia Saudita e na Índia.
Agora, a "pegada" está mais ligada ao emocional, a auto estima. Frescor Irresistível, Nutrição Radiante, Perfeição Cremosa, Esfoliação Luminosa, Rosa Aveludada, Vitalidade do Guaraná e Sedução do Chocolate trazem à mente sensações desligadas do consciente.
Duvida? então vá alí no mercadinho da esquina, procure os sabonetes... você irá encontrar nas embalagens diferentes denominações qualificativas para, basicamente, o mesmo produto. Talvés diga que estou enganada, que são apenas palavras bonitinhas para vender... mas olhe bem e verá que existe uma intenção emocional escondidinha alí. Não quero dizer que estão iludindo o consumidor, afinal, nada impede que os princípios ativos dos componetes destes sabonetes exerçam tais efeitos no corpo do sujeito. E mesmo que o tal efeito não seja tão "transformador" assim, as idéias de consequência são.
Então, após um maravilhoso banho, estará mais irresistível, radiante, vital e irá sentir-se assim. Sem enganações. Afinal, somos aquilo que acreditamos ser. E por que não acreditarmos que somos mais belos, felizes, sedutores? As vezes o que precisamos é só um empurrãozinho, nem que seja do nosso companheiro de todos os dias. Daquele que conhece nosso corpo como ninguém e não reclama das "possíveis imperfeições".
Ok. Eu confesso. Não resisiti ao sabonete de Chocolate! mas pq eu adoro chocolate! Na embalagem dizia: "Sedução do Chocolate" e logo abaixo "Mousse de Chocolate e Morangos"... pensa bem, depois de um banho de chocolate com morango, quem não irá achar que está, no mínimo, mais doce? Sem falar no cheirinho delicioso na pele à espera de uma formiguinha...
"Novidade" entre aspas, pois, geralmente, o que vemos, a um palmo do nosso nariz e ao alcance das mãos, é uma espécie de nova roupagem ou qualificação dos produtos. Antigamente, e nem tão antigamente assim, sabonete servia para limpar a pele. Todos eram iguais, mesma fórmula e mesma função. Depois vieram as cores, os aromas, os ingredientes... e até novas utilidades. Um limpa, outro tonifica, aquele hidrata... tem até sabonete especial para peles sensíveis, acneicas ou negras. Uma verdadeira revolução! Seja qual for sua pele, pode ter certeza que existe um sabonete feito especialmente para ela. E ainda pode escolher a marca! E não sai caro.
Não bastasse as mil variedades enfocando o tipo de pele e os cuidados que a mesma necessita, surgem agora sabonetes que cuidam do emocional daquele que se higieniza com ele. Isso mesmo! os sabonetes não vendem mais apenas higiene, mas bem estar e auto confiança. Exagero? Creio que não. Uma análise rápida de antigos anúncios de sabonetes revela que já utilizavam a "beleza" ou "o embelezar" como mote publicitário.

Os sabonetes Gessy foram lançados em 1946.

LUX foi o primeiro sabonete popular, lançado em 1924 nos EUA. Sempre inovando, o Lux é atualmente comercializado em mais de 100 países e líder de mercado no Brasil, na Arábia Saudita e na Índia.
Agora, a "pegada" está mais ligada ao emocional, a auto estima. Frescor Irresistível, Nutrição Radiante, Perfeição Cremosa, Esfoliação Luminosa, Rosa Aveludada, Vitalidade do Guaraná e Sedução do Chocolate trazem à mente sensações desligadas do consciente.
Duvida? então vá alí no mercadinho da esquina, procure os sabonetes... você irá encontrar nas embalagens diferentes denominações qualificativas para, basicamente, o mesmo produto. Talvés diga que estou enganada, que são apenas palavras bonitinhas para vender... mas olhe bem e verá que existe uma intenção emocional escondidinha alí. Não quero dizer que estão iludindo o consumidor, afinal, nada impede que os princípios ativos dos componetes destes sabonetes exerçam tais efeitos no corpo do sujeito. E mesmo que o tal efeito não seja tão "transformador" assim, as idéias de consequência são.
Então, após um maravilhoso banho, estará mais irresistível, radiante, vital e irá sentir-se assim. Sem enganações. Afinal, somos aquilo que acreditamos ser. E por que não acreditarmos que somos mais belos, felizes, sedutores? As vezes o que precisamos é só um empurrãozinho, nem que seja do nosso companheiro de todos os dias. Daquele que conhece nosso corpo como ninguém e não reclama das "possíveis imperfeições".
Ok. Eu confesso. Não resisiti ao sabonete de Chocolate! mas pq eu adoro chocolate! Na embalagem dizia: "Sedução do Chocolate" e logo abaixo "Mousse de Chocolate e Morangos"... pensa bem, depois de um banho de chocolate com morango, quem não irá achar que está, no mínimo, mais doce? Sem falar no cheirinho delicioso na pele à espera de uma formiguinha...
domingo, janeiro 01, 2006
Primeiro
Já é 2006!
e apesar da chuva, 2005 mostrou sua beleza num belo pôr-do-sol... com uma gama de cores dígnas de uma fotografia. Mas a tal foto não saiu.
Pensei em guardar aquela última surpresa do ano, mas resolvi ficar alí. Na janela. Olhando pro além, pensando em alguém. Pensando no meu ano que passou e no que virá. Resolvi guardar aquele sol poente na memória das minhas retinas. Só pra mim. Bem egoísta, eu sei.
Mas agora já foi. Já era.
Aliás, além das chuvas, os pores-do-sol coloridos também marcaram esse ano que passou. Sempre acreditei que eles eram um bom sinal... afinal tanta beleza não estaria atoa alí. Brindando nossa visão. Iluminando o fim do dia... uma esperança de dias melhores? Talvez.
Se assim for, 2006 tem tudo para ser O ANO. A chuva, o pôr-do-sol... o fim da faculdade.... o começo de uma nova vida. Literalmente.
A sensação de "o quê será o amanhã" nunca esteve tão viva em mim. E isso é excitante. Confuso. O hoje "te amo", amanhã pode ser um "foi bom". O hoje "quero ficar", pode ser um "vou embora". ... O incerto, certo. O sonho, realidade.
O desejo, saudade. E a saudade, um novo desejo.
O quê será o amanhã?? Não sei! Muitas possibilidades. Nenhuma certeza. Só um desejo. Uma vontade. Coisas a fazer. Decisões a tomar. E o tempo passa. Tenho pouco tempo.
E mil pensamentos invadem minha mente. Faça isso. Faça aquilo. Faça os 2! E fico parada. Perdida. Confusa. Em estado de êxtase. Só curtindo a sensação de "perigo"... iminente.
E pra começar bem o ano... musiquinha (mais uma hehe) do JotaQuest que conheci num show da banda em 2005. E diz muito sobre o que sinto, penso, desejo... e tal. Feita pra mim. Pelo menos hoje, amanhã poderá ser outra...
...
Até Onde Vai
Jota Quest
Composição: Rogério Flausino
O bem vence o mal mais uma vez
E mais um beijo teu
E é por isso que eu não te deixo
E mais um beijo teu
A saudade e a novidade
Tão longe e tão perto
Tão frio e tão quente?
As palavras e as promessas
Tão passado e tão presente
Tão eterno enquanto dure
E o coração em cubos
As igrejas e os bares
Tão mentira e tão verdade
Tão mais simples que eu pensava
E o coração disparava
O sexo e o amor
A tolerancia e o terror
Tão red, tão hot
Tão vida e tão morte
Até onde vai
Até onde vai
O coração da gente?
O bem vence o mal mais uma vez
E mais um beijo teu
E é por isso que eu não te deixo
E mais um beijo teu
Os latinos da América
Da Península Ibérica
Os mistérios do Oriente
A luz do sol poente
A luta e a fortuna
Tão culta quanto burra
Tão minha quanto sua
E o coração mergulha
Até onde vai
Até onde vai
O coração da gente?
O bem vence o mal mais uma vez
E mais um beijo teu
E é por isso que eu não te esqueço
E mais um beijo teu
É o melhor que nós temos
É o que à pra esse momento
E nós temos muito tempo
Temos o tempo inteiro do mundo
Até onde vai
Até onde vai
O coração da gente?
...
era isso!
2005 já era!
2006 já é!
e apesar da chuva, 2005 mostrou sua beleza num belo pôr-do-sol... com uma gama de cores dígnas de uma fotografia. Mas a tal foto não saiu.
Pensei em guardar aquela última surpresa do ano, mas resolvi ficar alí. Na janela. Olhando pro além, pensando em alguém. Pensando no meu ano que passou e no que virá. Resolvi guardar aquele sol poente na memória das minhas retinas. Só pra mim. Bem egoísta, eu sei.
Mas agora já foi. Já era.
Aliás, além das chuvas, os pores-do-sol coloridos também marcaram esse ano que passou. Sempre acreditei que eles eram um bom sinal... afinal tanta beleza não estaria atoa alí. Brindando nossa visão. Iluminando o fim do dia... uma esperança de dias melhores? Talvez.
Se assim for, 2006 tem tudo para ser O ANO. A chuva, o pôr-do-sol... o fim da faculdade.... o começo de uma nova vida. Literalmente.
A sensação de "o quê será o amanhã" nunca esteve tão viva em mim. E isso é excitante. Confuso. O hoje "te amo", amanhã pode ser um "foi bom". O hoje "quero ficar", pode ser um "vou embora". ... O incerto, certo. O sonho, realidade.
O desejo, saudade. E a saudade, um novo desejo.
O quê será o amanhã?? Não sei! Muitas possibilidades. Nenhuma certeza. Só um desejo. Uma vontade. Coisas a fazer. Decisões a tomar. E o tempo passa. Tenho pouco tempo.
E mil pensamentos invadem minha mente. Faça isso. Faça aquilo. Faça os 2! E fico parada. Perdida. Confusa. Em estado de êxtase. Só curtindo a sensação de "perigo"... iminente.
E pra começar bem o ano... musiquinha (mais uma hehe) do JotaQuest que conheci num show da banda em 2005. E diz muito sobre o que sinto, penso, desejo... e tal. Feita pra mim. Pelo menos hoje, amanhã poderá ser outra...
...
Até Onde Vai
Jota Quest
Composição: Rogério Flausino
O bem vence o mal mais uma vez
E mais um beijo teu
E é por isso que eu não te deixo
E mais um beijo teu
A saudade e a novidade
Tão longe e tão perto
Tão frio e tão quente?
As palavras e as promessas
Tão passado e tão presente
Tão eterno enquanto dure
E o coração em cubos
As igrejas e os bares
Tão mentira e tão verdade
Tão mais simples que eu pensava
E o coração disparava
O sexo e o amor
A tolerancia e o terror
Tão red, tão hot
Tão vida e tão morte
Até onde vai
Até onde vai
O coração da gente?
O bem vence o mal mais uma vez
E mais um beijo teu
E é por isso que eu não te deixo
E mais um beijo teu
Os latinos da América
Da Península Ibérica
Os mistérios do Oriente
A luz do sol poente
A luta e a fortuna
Tão culta quanto burra
Tão minha quanto sua
E o coração mergulha
Até onde vai
Até onde vai
O coração da gente?
O bem vence o mal mais uma vez
E mais um beijo teu
E é por isso que eu não te esqueço
E mais um beijo teu
É o melhor que nós temos
É o que à pra esse momento
E nós temos muito tempo
Temos o tempo inteiro do mundo
Até onde vai
Até onde vai
O coração da gente?
...
era isso!
2005 já era!
2006 já é!
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